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No 'BBB21', Carla Diaz diz que gravou filmes sobre o caso Richthofen em 33 dias: ''Desafiador’’

A atriz interpretou Suzane, que, em 2002, chocou o Brasil com o assassinato dos próprios pais

Da Redação Publicado em 29/01/2021, às 13h07 - Atualizado às 13h09

Carla Diaz como Suzane von Richthofen, na dupla de longas 'O Menino que Matou Meus Pais' e 'A Menina que Matou os Pais' - Divulgação/YouTube
Carla Diaz como Suzane von Richthofen, na dupla de longas 'O Menino que Matou Meus Pais' e 'A Menina que Matou os Pais' - Divulgação/YouTube

Carla Diaz aproveitou a tarde da última quinta-feira (28), durante seu confinamento no ‘BBB21’ (TV Globo), para falar um pouco sobre os longas ‘A Menina que Matou os Pais’ e ‘O Menino que Matou Meus Pais’, que reproduzem a história por trás do assassinato do casal von Richthofen. A atriz interpretou Suzane, condenada pelo homicídio dos pais.

Em conversa com o colega João Luiz, Carla detalhou alguns desafios na gravação.

“O filme que você fez vai sair agora, Carla? Você já me falou, mas eu não lembro”, perguntou ele.

A artista respondeu, após indagar se ele se referia ao filme sobre o caso von Richthofen: “Espero que saia quando eu sair [do ‘BBB’]”. 

Também questionada por João, Carla falou sobre o tempo de gravação: “Em 33 dias, rodamos os dois filmes”, declarou.

Em seguida, Fiuk, outro participante do reality, elogiou a atriz: “Deve estar forte pra caceta. E é um papel muito difícil. Parabéns!". Ela concordou: “Foi desafiador”.

FILMES
Os longas reproduzem a história do famoso caso von Richthofen, que assombrou o país em 2002. Suzane confessou ter orquestrado um plano, ao lado dos irmãos Daniel (seu namorado) e Cristian Cravinhos, para matar seus pais, Marísia e Manfred, que não concordavam com seu relacionamento. Condenada, ela foi sentenciada a 39 anos de prisão.  

Em ‘O Menino que Matou Meus Pais’, o enredo será contado sob a perspectiva de Suzane, que alega ter sido influenciada por Daniel. Já em ‘A Menina que Matou os Pais’, os Cravinhos culpam Suzane pela execução de Manfred e Marísia. 

Os longas foram dirigidos por Maurício Eça, com roteiro assinado por Raphael Montes e Ilana Casoy - que também escreveu um livro sobre o tema, chamado ‘Casos de família: Arquivos Richthofen’ (‘Darkside’).

Devido à pandemia, o lançamento dos filmes foi adiado. A ‘Galeria Distribuidora’, co-produtora do filme ao lado da ‘Santa Rita’, declarou que definirá a estreia dos longas assim que a campanha de vacinação contra a Covid-19 evoluir. A previsão é que eles sejam lançados em 2 de abril.

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