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‘BBB22’: Rodrigo Mussi fala sobre seus erros no 'BBB22': “Fui ingênuo”

Em sua passagem pelo Domingão, Rodrigo desabafa sobre os erros no reality

Redação Publicado em 06/02/2022, às 21h10

Reprodução/TV Globo
Reprodução/TV Globo

"Fiquei bem triste quando eu saí da casa. Esperava que poderia ir além." Comentou Rodrigo para Luciano Huck em sua passagem no Domingão desta tarde (6).

Durante sua estadia na casa, o gerente comercial ficou conhecido não só por falar o tempo inteiro de jogo, mas também fazer perguntas inoportunas sobre negritude e transexualidade para Douglas Silva e Linn da Quebrada, respectivamente.

"Vim de uma bolha e, nessa bolha, tem coisas que achávamos normal. Tinha que ter buscado informação, tinha que ter ido atrás da informação. Não dá mais para ficarem respondendo o que não [está certo] e o que sim. Isso foi o maior aprendizado do Big Brother".

Rodrigo disse que foi ingênuo e que se pudesse, voltaria atrás, porque as pessoas se sentem ofendidas e estão no direito.

Quando Luciano Huck perguntou sobre seu jogo, Rodrigo respondeu: "Faria algumas coisas diferentes sim, já repensei. Acho que as pessoas confundiram [minha] determinação e foco com agressividade. Parecia agressivo, mas era determinação de tentar chegar na final". 

Apesar dos arrependimentos, o gerente comercial afirma que tem recebido muito carinho após a saída da casa.

EXAGEROU NA DOSE!

Ao avaliar a própria trajetória, o moreno reconheceu que acabou passando do ponto ao tentar 'jogar demais': "Eu fui um kamikaze de querer jogar o tempo todo, as pessoas ficavam assustadas, fugiam de mim, agora eu tô entendendo. Eu acho que exagerei na dose, acho não, tenho certeza. Eu não acertei meu meio-termo".

"Não imaginei que eu tava falando desse jeito, podia ser agressivo para as pessoas, e eu tô vendo que foi", confessou enquanto assistia alguns de seus momentos mais marcantes no reality. 

Por fim, Rodrigo afirmou que uma de suas maiores falhas foi levar a disputa muito a sério: "Ao acordar eu pensava no paredão, fui tirado da prova de liderança. Eu já tava no paredão... O que me motivava era jogar (...)".

"Eu queria ser reconhecido como um cara estratégico, eu queria desafiar as pessoas a pensar", concluiu.