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Crônica da Xênia: Mas que trio cheio de talento!

Além do núcleo principal, alguns atores de A Regra do Jogo têm surpreendido pela atuação

Xênia Publicado em 08/02/2016, às 14h00 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h44

1003 - shutterstock
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Cara leitora, eu gostaria de saber quem inventou a palavra coadjuvante para denominar aquele profissional que não é o primeiro nos créditos de uma novela. Acho melancólica essa forma de identificar o ator ou a atriz que muitas das vezes é melhor que o principal! 
Não haveria para mim necessidade dessa forma de apresentação. Veja você: na novela A Regra do Jogo, três atores roubam a cena quase que todas as noites. Desrespeito chamá-los de coadjuvantes! Exemplo disso é o maldito Ascânio, magistralmente criado por Tonico Pereira. 
Diga você, leitora de bom gosto, não é fascinante? Aquele velho podre, canalha, amoral, ao mesmo tempo meio bobo da corte, que esconde um segredo (desconfio que ele seja o pai da Facção). 
Outro ator, Osvaldo Mil, que interpreta o Juca, espancador de mulher, não perde um traço de maldade no rosto e no corpo. Mulher pra ele é lixo, diz o seu olhar. Completando o trio, Fabio Lago, o Oziel, gordinho, nem um traço de galã, encarna um homem do povo, casado com Indira (Cris Vianna). Ele consegue despertar a curiosidade da dondoca Tina (Monique Alfradique) e manda ver, dono de uma grande pegada!
Apesar das diferenças culturais, a fila anda, e como! Fabio Lago consegue dar uma sensualidade a seu personagem e uma postura de macho (que a mulher reclama, mas bem que gosta). Os três atores não são cantores, mas estão afinados na arte de representar.





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