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Diz aí, Susana: Bondade é a chave

Essa palavra, bondade, é ampla: aparece aos poucos, depois que conhecemos bem a pessoa

Redação Publicado em 12/01/2016, às 14h00 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h44

anamaria - Shutterstock
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A melhor pessoa que eu conheci foi minha mãe, sabia? Foi com ela que aprendi a ser caprichosa na casa e, quando tive filho, tudo que coloquei em prática eram lições dela. Contava histórias, escolhia nossa roupa, dava tranquilidade e paz. E ainda cumpriu sua missão ao nos despertar para a música e para a beleza das artes. Foi ela quem me ensinou a levar o casamento com tranquilidade e ter respeito à família. Minha mãe era, sem dúvida, uma criatura bondosa.  
Estou dizendo isso porque hoje queria falar sobre bondade. Estamos em uma época do ano de reflexão, perto do Natal, quando as famílias normalmente se unem um pouco mais. E a gente pensa em ser melhor, não é? Como se a história de Jesus nos inspirasse a praticar seus ensinamentos.
Já reparou que, num primeiro momento, todo mundo é simpático? Mas só depois de uma certa convivência que a gente vê quem é bom de verdade. Já aconteceu de você achar alguém o máximo e, depois de uns meses, perceber que a história não era bem essa? Sabemos que todo ser humano tem dois lados. É isso, aliás, que mostra a novela A Regra do Jogo: todo mundo tem suas qualidades e falhas. Não tem um personagem completamente bonzinho... Pois bem. Para mim, ser alguém bom é amparar quem está ao seu lado. Não dá para pensar que só o que você acredita é verdade. Olhar e ouvir o outro é o básico.
Eu tento ser uma boa pessoa. Tenho um olhar cuidadoso em relação ao trabalho, à minha casa e à minha família. Devo ter vários defeitos e várias qualidades. Mas acho legal o meu senso de justiça. Dentro de um mundo tão tenso, acho primordial saber que há gente para quem a vida não é muito justa. Olho para eles com complacência. Estou disposta a ajudar e quem está ao meu redor sabe que pode contar comigo. Ah, e eu amo os animais e as plantas!
No fundo, acho que a definição de ser boa é manter um olhar de compaixão para todo mundo que está ao seu lado e isso eu tenho. E você? Como anda o seu exercício de bondade e amor ao próximo? Sempre é tempo de ser melhor!



Um beijo bem grande,





PS: Sabe quem eu considero o máximo? O nosso Papa Francisco. Ai, eu amo o Papa! Ele aceita todas as religiões, de todas as etnias. Quer bondade maior do que aceitar o outro como ele é?