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Futuro que promete?

Atenção redobrada: é dever da família vigiar pra que atores mirins não cresçam tão rápido

Redação Publicado em 29/12/2015, às 14h00 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h44

1000 - shutterstock
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Cara leitora, é preciso abordar certos assuntos com delicadeza e cuidado, principalmente quando se trata de crianças. E é delas que eu quero falar hoje, especificamente das que estão na TV. Há muitas, inclusive, que são prodígios na infância e que continuam assim quando adultas. Veja Glória Pires: começou com 6 anos e até hoje só faz melhorar suas atuações. 
Outras ficaram no meio do caminho, não conseguiram segurar a transformação de criança para adulto. Não existia ali um talento, só o encanto infantil. Venho acompanhando com um olhar carinhoso e preocupado duas meninas, dois talentos. 
Klara Castanho, a Alice, de Além do Tempo, surgiu na TV em uma novela de Manoel Carlos e assombrou o telespectador pela força de sua interpretação. Fez depois alguns trabalhos não tão importantes, e volta agora uma adolescente que me parece bem orientada, madura para a idade e pronta para ser uma grande atriz adulta. Leva a sério o trabalho. 
A outra me preocupa: é Mel Maia, a Felícia também de Além do Tempo. Aqui, precisa cuidado. Ela me parece uma criança muito deslumbrada, é muito “menina prodígio” – o horror dos diretores, que conhecem o fim da história, e quase sempre não é agradável.
Alguém disse outro dia que ela é uma adulta no corpo de criança. Modestamente, eu gostaria de sugerir se não seria possível um pouco de terapia para adequar sua idade mental com sua idade física. Mel Maia é de uma inteligência  e talento fora do comum, é uma “criança” intensa, e precisa de um olhar atento. Caso contrário, pode dar ruim. 






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