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Você já parou para pensar como as crianças podem ajudar a Amazônia?

Em semana de virada cultural pela floresta, entrevistamos a ativista Karina Penha, do movimento Amazônia de Pé

Redação Publicado em 02/09/2022, às 08h30

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Projeto Teçaya reúne crianças na Virada Cultural pela Amazônia. - Divulgação
Projeto Teçaya reúne crianças na Virada Cultural pela Amazônia. - Divulgação

"Precisamos trazer a Amazônia para o Sudeste". É com esta frase do meu filho, Theo, ativista ambiental, que faz parte do movimento Amazônia de Pé nas escolas, que começo a coluna da semana, que celebra a maior floresta do mundo e seus sete milhões de quilômetros quadrados. E dar voz a uma criança de 10 anos para falarmos sobre a importância de levar esse tema para os pequenos, seja na escola ou dentro de casa, nos quatro cantos do país, foi fundamental para a matéria de hoje. Afinal, o futuro deles nesse planeta literalmente está em jogo.

E como na próxima segunda-feira, 5 de setembro, é o Dia da Amazônia, nada mais oportuno que aproveitar a data para levantar o assunto. E aí é que está a grande questão. Uma pauta como essa, com essa importância, não pode ficar restrita a dias comemorativos ou eventos pontuais. É preciso, realmente, conscientizar toda a sociedade a cuidar e atuar diretamente na proteção dessa riqueza todos os dias, mesmo que à distância.

Precisamos entender que a Amazônia não é apenas a floresta, mas que toda a sua biodiversidade está conectada com a vida do planeta inteiro, com a sobrevivência de povos que lá vivem e que fazem a economia do nosso país girar, e que sua destruição tem consequências diretas na crise climática global e na qualidade de vida das futuras gerações. É preciso entender que nós, pais, temos responsabilidade direta no que tange a ensinar aos nossos filhos sobre o respeito e cuidado que devemos ter com a Amazonia.

Para a bióloga e ativista socioambiental maranhense Karina Penha, coordenadora de Mobilização da campanha Amazônia de Pé, as crianças têm papel fundamental para ajudar a manter a floresta viva. “É importante que as crianças entendam sobre a Amazônia e sobre a importância de preservá-la, para que a gente possa garantir um hoje e um amanhã de fato equilibrado”, explica.

É PRECISO CONSCIENTIZAR DESDE CEDO

Que as crianças de hoje são muito mais engajadas do que as de gerações anteriores não temos dúvidas. Não é raro, inclusive, encontrar ativistas bastante jovens e comprometidos com pautas de extrema importância para a sociedade, como feminismo, racismo, homofobia, entre outros. E a natureza, assim como a Amazônia, são temas que necessitam da mesma urgência.

Nathalia Romano, mãe de João, de 12 anos, e Marina, de 9, sempre conversa com os filhos sobre a importância da Amazônia para a vida do planeta, ressaltando como as atitudes deles podem refletir nessa luta. Para ajudar a levar essa reflexão, eles costumam assistir a alguns documentários sobre a flora e a fauna da Amazônia, como “A última Floresta”, da Netflix, além de desenhos infantis, como “Tainá e os Guardiões da Amazônia” e “Peixonauta”.

Nathalia Romano fala sobre a Amazônia com as crianças em casa.
Nathalia Romano fala sobre a Amazônia com as crianças em casa. (Crédito: Arquivo pessoal)

"E essa é uma questão que está presente na minha vida não apenas depois que eles nasceram. Minha mãe, na adolescência, morou em Manaus e sempre me contou curiosidades e histórias da região. Ou seja, falar sobre a Amazônia sempre fez parte da minha vida. Antes mesmo do assunto virar uma pauta importante para o planeta, eu já entendia como a manutenção daquela área era fundamental para a vida de todos e para o futuro dos meus filhos. Então, quando me tornei mãe, assim que minhas crianças começaram a ter capacidade de compreensão, o assunto passou a ser recorrente por aqui", avalia.

Ela ressalta ainda que, no dia a dia, costuma reforçar com eles ações de como ter um consumo consciente, só adquirindo produtos certificados que tenham uma produção livre de desmatamento ilegal. "Além disso, apoiamos empresas que possuem iniciativas de reflorestamento de áreas desmatadas”, conta Nathalia – seu engajamento com a questão ambiental é tão presente, que ao entrar para o mercado varejista de moda, optou por ter uma franquia de uma marca de calçados e acessórios que são de origem vegana, sem nenhuma matéria prima de origem animal, a Perky Shoes.

E a preocupação em conscientizar futuras gerações não é uma realidade apenas para mulheres que já são mães. Victoria Rizo, CEO da Henvix Ambiental e Secretária Executiva do Fórum Florestal da Bahia, pretende engravidar em breve e, embora em alguns momentos tenha até questionado sua ideia de ser mãe nesses tempos em que a Terra parece estar em rota de destruição, acredita que as próximas gerações vão mudar essa realidade, pois, ao contrário das anteriores, as crianças e adolescentes de hoje já crescem com um senso de consciência em relação ao planeta muito diferente do que acontecia há algumas décadas.

“Decidir ser mãe quando vivemos tempos em que temos a certeza de que as mudanças climáticas existem e impactam diariamente em nossas vidas, não é fácil. Mas acho que a geração de agora e as próximas já estão e estarão mais atentas e prontas para enfrentar de fato esse desafio. E não apenas sob o ponto de vista ambiental, como também comprometidos em participar de uma restauração social para que a sociedade saiba preservar e reaprenda a viver em harmonia com o desenvolvimento e a preservação da Amazônia”, comenta.

E complementa: “Os riscos à preservação existem, nós sabemos. Porém, o agro sério, consistente, verdadeiro, não esquece que a Amazônia, além de sua fundamental importância para a vida do planeta, também tem seus povos, com suas tradições, cultura e necessidades, e é preciso buscar formas de desenvolver o país sem que exista prejuízo ambiental e para essas pessoas”, complementa – o Fórum Florestal da Bahia frequentemente levanta questões sobre a proteção da Amazônia, inclusive porque o sul da Bahia é o hot spot de mata Atlântica fora da região amazônica.

FORMANDO CIDADÃOS

O futuro do planeta sempre dependeu das futuras gerações. Afinal, são elas que dão continuidade a projetos, que passam o aprendizado adiante, que se alimentam de novos conhecimentos para que o mundo possa evoluir. E no caso específico da Amazônia, as crianças de hoje são, literalmente, os últimos agentes que poderão mudar a realidade da floresta e, consequentemente, do desastre climático para o qual estamos caminhando.

Karina Penha, ativista ambiental do Amazônia de Pé
Karina Penha, ativista ambiental do Amazônia de Pé. (Crédito: Arquivo pessoal)

A seguir, conversamos com a bióloga Karina Penha, ativista socioambiental maranhense e Coordenadora de Mobilização da Campanha Amazônia de Pé, um projeto de lei de iniciativa popular que busca combater a crise climática por meio da proteção de florestas públicas da Amazônia - para conseguir apresentar esse projeto no Congresso Nacional são necessárias 1,5 milhão de assinaturas físicas de brasileiros e brasileiras comprometidos com a preservação da nossa floresta.

AVENTURAS MATERNAS: Por que é importante levar o projeto Amazônia de Pé para as escolas?

Karina Penha: Porque é o principal espaço de formação dos cidadãos, que são o nosso presente e futuro. É muito importante a gente começar desde cedo a pautar a Amazônia da forma correta, com referências reais, e mostrando de verdade que, além de um bioma, a Amazônia é um território ocupado, um território rico, um território importante para a economia e cultura do Brasil. Por isso que a gente entende que a escola, esse espaço que é aberto à formação, tem um papel educacional, é um lugar importante também para a gente pautar a questão da Amazônia através desse olhar crítico, político e real, do que ela é de fato. Por isso a gente está apostando bastante nesse projeto dentro desse espaço escolar e também em outros espaços educacionais, que podem ser formais ou não.

AVENTURAS MATERNAS: De que forma as crianças podem ajudar a manter a floresta de pé? Pode explicar melhor sobre o projeto de lei?

Karina Penha: As crianças têm papel fundamental. Apesar de não diretamente poderem assinar o projeto, uma vez que para assinar precisa ter 16 anos, ser uma pessoa que já vota e ter título de eleitor, a gente acha que é importante que as crianças entendam sobre a Amazônia e sobre a importância de preservar para garantir um hoje e um amanhã, de fato, equilibrado. Dentro dos próprios direitos universais dos seres humanos, a gente fala e reforça que é direito de todo ser humano, de toda criança, ter um meio ambiente equilibrado para viver.

Quanto mais a gente desmata e perde floresta, quanto mais a gente perde área florestal no Brasil e no mundo, em especial na Amazônia, que afeta o mundo inteiro, fazemos com que essas crianças estejam cada vez mais vulneráveis à crise climática. O Projeto de Lei Amazônia de Pé parte das pessoas e, por isso, ele tem um nome de iniciativa popular, que não parte de um partido político ou de um parlamentar, mas das pessoas.

E nos unimos a mais de 180 organizações hoje, que assinam a campanha com a gente, especialistas que pautam, conhecem e monitoram o desmatamento na Amazônia, para propor que um projeto de lei que nós estamos chamando de Amazonia de Pé, em 2023, possa ser protocolado e vir a virar lei no Brasil nos próximos anos. Ele prevê que as florestas públicas da Amazônia, que hoje são o principal alvo de grileiros, sejam destinadas para quilombolas, para pequenos extrativistas e indígenas também. Queremos muito que isso aconteça e contamos com a força das crianças.

AVENTURAS MATERNAS: "Somos a última geração que pode salvar a Amazônia". Qual é o significado dessa frase na prática?

Karina Penha: Ela é uma mensagem baseada no que os próprios relatórios da ONU (Organização das Nações Unidas) nos dizem sobre a crise climática, mas também vem a partir de algumas falas. Essa frase é inspirada em outros ativistas que falam sobre crise climática. Um deles é o Barack Obama, que durante seu governo disse, e ainda diz, que somos a primeira geração a sentir os impactos das mudanças climáticas e a última que pode fazer alguma coisa pra combater.

E uma outra ativista brasileira, também indígena, a Hamangaí Pataxó, sempre fala que nós não somos o amanhã, mas sim o agora, e que essa é a nossa oportunidade. E baseada nessa falas, que nos inspiram, e também nesses dados da ONU, somos sim a última geração. Precisamos agir para barrar o desmatamento no Brasil, que hoje em dia é o principal emissor de gases poluentes de carbono na atmosfera.

AVENTURAS MATERNAS: Se o desmatamento continuar do jeito que está hoje na Amazônia, como será o futuro de nossas crianças?

Karina Penha: As crianças estão entre os grupos mais afetados pela crise climática, especialmente porque falamos de um mundo em que elas vão se desenvolver enquanto pessoas. Inclusive, o próprio Programa Criança e Natureza, do Instituto Alana, que trabalha especificamente com as infâncias e as questões ambientais, divulgou esses relatórios de que as crianças de agora vão viver em um mundo quatro vezes mais quente do que as últimas gerações viveram. Então, isso tem um efeito direto. E o desmatamento está ligado ao que fazemos para aumentar mais essa temperatura.

AVENTURAS MATERNAS: Como abordar a crise climática com as crianças?

Karina Penha: Abordar a crise climática com as crianças é um tema sensível, que inclusive tem gerado muita ansiedade, ou eco ansiedade, em muitas pessoas. Isso inclui muito ativistas, em especial jovens, adolescentes e crianças, que têm estado na frente desse movimento climático global, pelas florestas, pelos povos. Acredito que a crise climática tem que ser abordada em um contexto que elas entendam que essa é uma realidade que estão vivendo, e que têm todo o direito de saber o que está acontecendo no mundo. Só é necessário agir com muita delicadeza também, ensinando e inspirando-as a criar soluções, a serem agentes da mudança, sem que isso gere um pavor e faça com que se paralisem para agir.

Elas também precisa entender que a crise climática não é algo que acontece do outro lado do mundo, no Ártico, com o urso polar, mas que entendam o que acontece agora, com as chuvas no Brasil, ou com esse ciclo que se torna cada vez mais diferente de secas, com a falta de água, falta de chuvas, com a temperatura, com maior calor, maior frio em algumas regiões. Assim, acredito que a melhor forma de abordar isso com as crianças é comentar sobre coisas que elas estão sentindo também, no dia a dia. E que, enquanto brasileiras, não têm como não ver. 

AVENTURAS MATERNAS: Como abordar a destruição da Amazônia com as crianças?

Karina Penha: No mesmo tom em que abordamos um tema complexo como as mudanças climáticas. Uma vez que destruímos as nossas florestas, essa cobertura florestal deixa o planeta mais quente. No entanto, é sempre importante falar com palavras que as crianças vão entender, trazendo exemplos reais e simples, para que elas entendam que isso está acontecendo no mundo. No caso da Amazônia, as crianças precisam entender e ter acesso a outras infâncias, ou seja, apresente crianças ribeirinhas, quilombolas, indígenas, extrativistas e que moram em reservas extrativistas na Amazônia, para que elas entendam um pouco como é essa vida diferente da delas também.

Explique que essas crianças já estão sendo afetadas de alguma forma, e que não têm o mesmo acesso de quem está em outra região do Brasil, vivendo em locais onde precisam lutar por esse território e essa casa desde que nascem. Dessa forma, a destruição da Amazônia é uma coisa que envolve todo o contexto socio ambiental e não apenas a derrubada de árvores, mas também o pertencimento, o direito ao território.

AVENTURAS MATERNAS: Como explicar sobre indígenas e quilombolas de forma honesta, sem preconceitos, e de fácil entendimento para as crianças?

Karina Penha: Você pode começar explicando sobre a questão originária mesmo, sobre o Brasil de verdade, que é diferente daquele que as nossas gerações aprenderam na escola. Falar sobre povos originários, os primeiro que ocuparam essa terra, são descendentes desses povos que fundaram esse Brasil que conhecemos. Em relação aos quilombolas, tem que falar com as crianças sobre o período de escravização, de pessoas que vieram de países do continente africano, e que foram escravizadas no Brasil, e construíram essa nação. Elas são a base do território que vivemos.

É interessante trazermos isso para as crianças entenderem que a escravidão no Brasil não foi um período que teve um começo, um meio e um fim, pois ainda hoje existem populações que são descendentes, que vieram dessa linhagem de pessoas que realmente resistiram ao período de escravização no Brasil e que hoje se mantém, se fortalecem, são resistência mesmo através de sua forma de vida e de que forma elas colaboram com a floresta, pois têm uma outra relação, uma outra forma de ver. 

AVENTURAS MATERNAS: Como trazer a Amazônia para o restante do Brasil? O que precisa mudar para mostrar que a Floresta vai além do açaí, do guaraná e da aula de Geografia?

Karina Penha: Eu acho que são várias questões. Tem a política, que é importante, de olhar além do satélite, só de cima, em que é possível só ver floresta e espaços desmatados. É ver as pessoas que moram naquela região. Embaixo das copas das árvores existem vidas e comunidades, que geram economia para essa regiãoe para o Brasil também. Vale falar também sobre o contexto, de onde vem a chuva, apresentando os rios voadores, que são importantes para que a gente tenha chuva e que nossos rios tenham água. Apresentar que a Amazônia tem a principal bacia hidrográfica do mundo, com o maior aquífero do mundo, que fica próximo de Alter do Chão, em Santarém. É trazer esses exemplos reais. Acredito que isso facilita bastante esse aprendizado e essa troca também.

AVENTURAS MATERNAS: Que mensagem você deixaria para os adultos que acham que criança não tem nada a ver com a proteção das florestas?

Karina Penha: É a de que eles não estão comprometidos de verdade. Acontece de, muitas vezes, uma criança estar muito mais comprometida do que um adulto, que se acha participante da cidadania, da defesa, dos discursos, mas que realmente não entende que todo mundo é parte dessa solução. As crianças têm snido protagonistas o mundo inteiro, como a Greta Thunberg, que realmente faz o dever de casa que os adultos não fazem. Mas é sempre interessante, já que eu citei a Greta, falar também de pessoas reais e referências próximas, pra que essas crianças entendam. Temos referências brasileiras de ativistas, como a Samela Sateré Mawé, a Paloma Costa, a Maiara Rocha, o Paulo Ricardo, ativistas do Nordeste, Norte e Centro Oeste, para que as crianças entendam que sempre tem alguém ali próximo que pode ser a sua referência real. Não precisa ir tão longe para pensar sobre isso.

AVENTURAS MATERNAS: Que mensagem você deixaria para as crianças entenderem seus papeis nessa luta?

Karina Penha: A de esperança e um chamado para a ação, para que elas entendam que esse mundo que a gente vive é um mundo que já está muito machucado. E que quando isso acontece, e nós não cuidamos dele, como alguém que realmente se importa com esse organismo plural que é o planeta, essas consequências também chegam, porque nós não estamos fora. Não existe lado de fora. Todos estamos dentro do planeta. Tudo o que acontece aqui também vai afetar a nossa vida, e queremos que eles cresçam em um mundo que tenha árvores, pessoas diferentes, com diferentes visões, mas dispostas a ajudar a tornar o mundo um lugar melhor. E, para isso, precisamos estar aqui, para ver isso acontecer.

PARA COMEÇAR A CONSCIENTIZAR

O projeto Amazônia de Pé vai realizar a sua a Virada Cultural neste sábado (3), com mais de 400 ações descentralizadas por todo o país, como oficinas, cine-debates, rodas de conversa e outras atividades. A Virada vai acontecer em todas regiões do país e receber brasileiros, adultos e crianças, que estão atentos ao tema e querem participar dessa comemoração em defesa da Amazônia.

Abaixo, listamos alguns locais que terão edições do evento:

Rio de Janeiro: Virada Amazônia de Pé – 04 de setembro – MAM - Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo;

São Luís: Re(x)istência Fest II - O Amanhã da Amazônia é Agora - 04 de setembro – Parque Estadual do Rangedor - Rua Búzios, Quadra 35, Lote-18;

Macapá: Festival “Nossa Amazônia”- 04 de setembro - Mercado Central em Macapá - Av. Antônio Coelho de Carvalho;

São Paulo: Baile na Terra Dia da Amazônia – 03 de setembro - Tendal da Lapa - Rua Guaicurus, 1100 - Água Branca;

Belém: Festival de Cinema das Periferias e Comunidades Tradicionais da Amazônia - 1ª Edição - Encontro das Águas – 03 e 04 de setembro - Portal da Amazônia, Jurunas;

Belo Horizonte: Festival Amazônia Serra do Curral – 04 de setembro - Parque Municipal Américo Renné Gianetti - Av. Afonso Pena, 1377 – Centro;

Manaus: Grito Rua Pela Amazônia - 04 de setembro - Parque da Juventude Ajuricaba Mascarenhas - Avenida. Autaz Mirim 4653-4783 - São José Operário;

Santarém: Festival Maní(Festar) – 10 de setembro - Aeroporto Velho - Av. Dr. Anísio Chaves, 39-169.

Para saber mais detalhes sobre os eventos e onde vão rolar em todo o Brasil, inclusive horários, acesse o site!

Em tempo: no Rio de Janeiro, em 03 de setembro, vai acontecer um evento específico para os pequenos na Praça Afonso Vizeu, no Alto da Boa Vista, com oficinas lúdicas, contos da floresta, trilha brincante e muito mais. O encontro, que é organizado e realizado pelo Projeto Teçaya, acontecerá a partir das 8h e algumas atividades precisam de inscrição prévia.

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