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Tradicional ou progressista? Como escolher a escola certa para os filhos

Veja uma lista de recursos necessários para ajudá-la a tomar essa decisão

Júlia Arbex Publicado em 04/01/2019, às 08h00 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h46

Irmãos devem ficar em salas separadas - Banco de Imagem/Getty Images
Irmãos devem ficar em salas separadas - Banco de Imagem/Getty Images

Caso as intenções da nova escola não estejam alinhadas com as ideias e os valores da família, pode haver descontentamento e frustrações futuras com a transferência do filho de escola, o que é prejudicial para a criança. 

Para evitar que isso aconteça, cabe aos pais e responsáveis observarem, na escola, fatores como carga horária, propostas pedagógicas, atividades rotineiras e a alimentação disponível”, orienta Priscila Moraes, coordenadora do ensino infantil da Escola do Futuro, em São Paulo.

PROPOSTAS PEDAGÓGICAS
Segundo Daniela Migliorini, psicopedagoga e diretora do Colégio Pandora (SP), atualmente, há diversas propostas pedagógicas. Mas as duas principais são:

Tradicional: o foco principal, segundo a especialista, é na resolução de exercícios e na memorização de fórmulas e conceitos. Em geral, o professor ensina e o aluno escuta.

Progressista: aqui, o aluno “aprende a aprender”. Os conteúdos são selecionados em sala por relevância e as avaliações são para a formação do estudante como ser humano. Costuma ser mais aberta ao diálogo com as famílias.

ALÉM DO CURRÍCULO
Quando a escola oferece atividades extracurriculares, além de dar praticidade para a família, pois coloca à disposição um monte de atividades para que as crianças e adolescentes permaneçam mais tempo na escola, faz com que os estudantes possam desenvolver e aprimorar suas habilidades e talentos desde cedo, como nos esportes e na dança.

IRMÃOS PODEM ESTUDAR JUNTOS?
“O ideal é que irmãos que estejam no mesmo ano fiquem em turmas diferentes, pois, assim, podem construir novos relacionamentos e a própria identidade.

Também evitam muitas comparações e aprendem a se constituir como seres únicos e plenos”, diz a diretora pedagógica do Colégio Vital Brazil (SP), Suely Nercessian Corradini.