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Agressão contra Henri Castelli ganha novas provas em defesa do ator

Os acusados terão dez dias para apresentar suas defesas e, então, será agendado o julgamento

Da Redação Publicado em 19/03/2021, às 14h57 - Atualizado às 14h58

As denúncia referem-se ao dia 30 de dezembro de 2020 - Instagram/@henricastelli
As denúncia referem-se ao dia 30 de dezembro de 2020 - Instagram/@henricastelli

O caso de agressão sofrida por Henri Castelli voltou a repercutir na tarde desta sexta-feira (19), após informações apuradas pelo UOL. De acordo com o portal, dois empresários acusados de agredir o ator em uma festa, em 30 de dezembro de 2020, serão intimados pelo Ministério Público de Maceió, local onde a confusão aconteceu. 

Em entrevista, o advogado de Castelli, Marcelo Morcochi, informou que foram constatados “indícios suficientes de evidência de um crime”. O profissional ainda explicou que acrescentou novas provas à denúncia do ator, que visam comprovar a veracidade dos fatos. 

Morcochi refutou as afirmações feitas por um dos empresários em entrevista ao "Balanço Geral” (Record TV), onde aparece com o olho vermelho, alegando ter agido em legítima defesa contra os ataques do ator. Para isso, o advogado acrescentou imagens publicadas pelo acusado no Réveillon de 2021 - ou seja, após a data da suposta agressão de Henri - em que o mesmo não apresentava feridas. 

"O médico diz que atendeu o Guilherme no dia 30 e que ele estava com olho vermelho, mas que não tinha hematoma. E diz que o olho vermelho pode ser causado por esforço físico", afirmou Marcochi ao UOL. 

Como resultado da decisão judicial, os empresários deverão receber uma intimação através do WhatsApp, em vista da pandemia, e terão dez dias para apresentar suas defesas. Na sequência, uma audiência poderá ser marcada. 

Enquanto isso, Henri Castelli, que mora em São Paulo, deverá retornar a Maceió para prestar depoimento, mediante às orientações de seu advogado. "Eu prefiro que a juíza tenha contato direto com a vítima para que ela perceba a sinceridade nas palavras dela. Que entenda a dor. E isso não vai acontecer se a audiência for pelo papel ou por vídeoconferência", explicou Morcochi. 


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