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Anitta revela que deu dicas de marketing para Lula: ‘‘Acredito que funciona’’

Anitta volta a explicar motivo de se aliar à Lula nas eleições de 2022

Da Redação Publicado em 19/07/2022, às 17h38

Anitta quer ajudar Lula a vencer Bolsonaro nas urnas das eleições de 2022 - Instagram/@lulaoficial/@anitta
Anitta quer ajudar Lula a vencer Bolsonaro nas urnas das eleições de 2022 - Instagram/@lulaoficial/@anitta

Os internautas vibraram após Anitta afirmar que estará do lado de Lula (PT) nas eleições de 2022. No último domingo (17), a cantora deu uma entrevista explicando seu posicionamento e revelando que deu dicas de marketing para que o ex-presidente possa vencer.

À emissora portuguesa RTP, Anitta ressaltou que não é Petista e que sua decisão foi para reduzir as chances da reeleição do atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL). “Por muito medo de uma reeleição dessa pessoa que eu não gostaria de jeito nenhum, eu tive que escolher a minha posição contra a minha vontade, pois eu não sou petista. Eu conversei com o Lula, inclusive, antes”, afirmou.

Em seguida, a brasileira contou como foi a conversa com o ex-presidente petista. “Falei: ‘Olha, Lula, eu nunca fui petista, nunca votei em você. Porém, nessas eleições, estarei ao seu lado, apoiando, se quiser apoio em mídias sociais, que eu entendo bastante, TikTok, essas coisas, vou apoiar’. Expliquei para ele a estratégia de marketing que eu acredito que funcione para virar. Não dá para ser querido por todos, o que dá é para abrir os olhos das pessoas de que a única opção no momento é essa, que é o meu caso”, disse.

Ao terminar, Anitta afirmou que também não é 100% à favor da campanha de Lula, mas que, em sua opinião, os eleitores precisam focar na luta pela busca de um país mais seguro para a diversidade.

“Eu queria que fosse diferente, mas não dá para ser. No próximo ano, a gente luta pelos ideais que a gente acredita. Mas, neste ano, acho que a luta principal é a gente manter um ambiente seguro para os LGBTQ, para as travestis, trans, para as outras religiões. Eu sou do candomblé, por exemplo, teve vários terreiros incendiados no Brasil por intolerância religiosa, então, primeiro a gente tem que lutar para isso. Aí na próxima eleição a gente pensa nos ideais que a gente de fato acredita”, concluiu.

Confira a entrevista: