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Danton Mello mostra a rotina como diabético no reality 'Apaixonados Pela Vida'

Web série acompanha a rotina do ator, que é paciente de diabetes tipo 2

Ana Mota, repórter da AnaMaria Digital Publicado em 09/11/2021, às 15h18 - Atualizado às 15h52

Danton Mello é o protagonista de web série que retrata o diabetes no cotidiano - Instagram/@dantonmello
Danton Mello é o protagonista de web série que retrata o diabetes no cotidiano - Instagram/@dantonmello

Danton Melloparticipará de um reality - ou quase isso - na web série 'Apaixonados Pela Vida', em que mostrará os desafios que enfrenta por ser diabético, uma vez que precisa adotar um estilo de vida mais saudável.  

A produção é uma das fases da campanha "Quem Vê Diabetes Vê Coração", iniciativa da empresa Novo Nordisk, e vai alertar sobre o risco de doenças cardiovasculares em pacientes com diabetes.

Desta forma, Danton Mello, que tem o tipo 2, mostrará o seu cotidiano, tratamento, alimentação e dificuldades enfrentadas para cuidar da saúde ao longo de cinco capítulos leves, descontraídos e curtos.

"Fazer parte dessa produção foi, sobretudo, enriquecedor e todos os esforços foram reais. Durante a participação, modifiquei consideravelmente minha alimentação e meu estilo de vida. Espero que essa série sirva de inspiração e esclareça questões que envolvem o diabetes, o seu manejo e o tratamento. É fundamental estar atento aos sinais que o nosso corpo dá, assim como difundir para o máximo de pessoas possível essas informações", diz o ator com exclusividade para AnaMaria Digital.

Em 'Apaixonados Pela Vida', Danton vai interpretar personagens baseados em situações que ele próprio já passou ao longo da vida. Além disso, ele também irá interagir com pacientes e compartilhar experiências e desafios enfrentados por quem convive com a doença.

O primeiro episódio estará disponível já no próximo dia 12 e será exibido no 'Mais Você'. A série também conta com as participações de especialistas em saúde e será transmitida no canal 'Quem Vê Diabetes Vê Coração', no Youtube. Ficará disponível também no IGTV da campanha.

 (FOTOS: Divulgação)

CONVIVENDO COM DIABETES
No mundo, um terço dos pacientes com diabetes tipo 2 têm alguma doença cardiovascular. No Brasil, o cenário é ainda mais preocupante: atinge quatro em cada 10 pessoas com diabetes 1. Segundo o estudo CAPTURE, desenvolvido com 10 mil pessoas, em 13 países diferentes, 90% das pessoas com diabetes tipo 2 e doença cardiovascular têm aterosclerose, formação de placas de gordura e outras substâncias nas paredes das artérias.

Érika Miyamoto Fortes, médica endocrinologista e gerente médica da Novo Nordisk, ressalta que o objetivo da série é mostrar que, embora o diabetes seja uma doença que inspire atenção e cuidados constantes, a adoção de simples medidas possibilita ao paciente viver de uma maneira saudável e com ótima qualidade de vida.

"O diabetes tipo 2 está relacionado, entre outros fatores, ao sobrepeso, sedentarismo e hábitos inadequados. Nesse contexto, manter uma alimentação saudável e realizar exercícios físicos regularmente são extremamente efetivos para conviver com a doença da melhor maneira possível e longe das complicações cardiovasculares que o diabetes pode acarretar", salienta.

SOBRE O DIABETES
O diabetes é uma condição crônica que se caracteriza pela produção insuficiente ou resistência à ação da insulina, hormônio que regula a glicose (açúcar) no sangue e garante energia ao organismo. 

A incidência mais comum de diabetes é o tipo 2, quando o organismo apresenta resistência à ação da insulina produzida pelo pâncreas. A doença está diretamente relacionado ao sobrepeso, sedentarismo, triglicerídeos elevados, hipertensão e hábitos inadequados. 

Embora seja considerada uma doença silenciosa e não apresente sinais na maior parte do tempo, alguns sintomas podem surgir quando os níveis de açúcar estão muito altos no sangue, incluindo fome e sede frequentes, vontade de urinar constante, formigamento nos pés e mãos, visão embaçada e demora na cicatrização de feridas no corpo. 

Por sua vez, o diabetes tipo 1 ocorre quando o pâncreas não produz insulina suficiente, o que exige um tratamento com uso diário do hormônio. Seus sintomas incluem fome e sede frequentes, vontade de urinar constante, fraqueza, perda de peso, fadiga, náusea e vômito. 

A doença pode desencadear complicações no coração, artérias, olhos, rins e nervos. Por isso, diante de qualquer sintoma é fundamental que o paciente procure o atendimento médico especializado para dar início ao tratamento adequado.