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Filho de Bolsonaro é flagrado em festa clandestina em Goiânia

O evento foi fiscalizado por descumprir os decretos sanitários contra a covid-19

Da Redação Publicado em 29/08/2021, às 18h35 - Atualizado às 18h35

Renan Bolsonaro - Instagram/@bolsonaro_jr
Renan Bolsonaro - Instagram/@bolsonaro_jr

Jair Renan Bolsonaro, o filho caçula do presidente Jair Bolsonaro, esteve em uma festa clandestina de luxo, no último sábado (28) em Goiânia. Renan apareceu sem máscara em fotos publicadas nas redes sociais, acompanhado de dois colegas, que também não estavam utilizando a proteção para o rosto -recomendada pelos profissionais da sáude, para se proteger da covid-19. 

A festa tinha mil pessoas e foi interditada por volta das 23 horas, pela fiscalização da Prefeitura de Goiânia. Segundo informações da Prefeitura, o local não tinha autorização para fazer o evento, além de desrespeitar os decretos sanitários estabelecidos. Na cidade está permitido apenas eventos corporativos, para até 250 pessoas.

A aglomeração teve ínicio às 16h do último sábado (28) e a ideia era ter fim apenas hoje, domingo (29), ás oito da manhã, no Palácio Monte Líbano, na capital de Goiás. O dono do local foi multado por descumprimento de regras. 

A fiscalização foi feita pelos seguintes órgãos: Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan),Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), Guarda Civil Metropolitana (GCM) e Corpo de Bombeiros.

SEM MÁSCARAS
Em entrevista à Rádio Nova Regional, O presidente da república Jair Bolsonaro (sem partido)  polemizou na última segunda-feira (23), ele pontuou que o vírus da covid-19 "veio para ficar" e que, por esse motivo, a população terá que aprender a conviver com ele.

Segundo Bolsonaro, uma reunião com o Ministro Marcelo Queiroga seria realizada para dar uma "solução a esse caso". Entre os assuntos que seriam discutidos está a obrigatoriedade do uso de máscara, a qual ele logo pretende colocar fim: "Talvez tenha uma data a partir de hoje". 

Apesar do desejo de que o acessório seja dispensado, o presidente garantiu que, por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), governadores e municípios podem manter a obrigatoriedade. Ainda na ocasião, ele aproveitou para criticar João Dória (PSDB), afirmando que as vacinas produzidas pelo Instituto Butantan são ineficazes e "não estão dando certo"

"Uma chinesa aí", disse, em menção à Coronavac. "A população tem direito de saber da real efetividade da vacina", completou ele. 

Vale lembrar que o prefeito Ricardo Nunes (MDB), anunciou, nesta segunda-feira (23), uma nova regra que entrará em vigor na cidade de São Paulo a partir das próximas semanas. Agora, será obrigatório tomar as duas doses da vacina contra a covid-19 para frequentar estabelecimentos comerciais, serviços e eventos. Isso porque um tipo de passaporte será exigido na entrada dos locais.

A mudança servirá como uma forma de incentivo para que os paulistanos se imunizem completamente, além de buscar conter a disseminação do vírus em toda capital paulista.