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Gabigol, jogador do Flamengo, se pronuncia após flagra em aglomeração clandestina

“Faltou sensibilidade da minha parte”, assumiu o esportista em entrevista

Da Redação Publicado em 14/03/2021, às 18h25 - Atualizado às 18h26

Gabigol e MC Gui foram detidos em aglomeração na madrugada deste domingo (14) - Instagram/@gabigol
Gabigol e MC Gui foram detidos em aglomeração na madrugada deste domingo (14) - Instagram/@gabigol

Gabigol, jogador de futebol pelo Flamengo, admitiu o erro após ser flagrado em cassino clandestino com mais de 200 pessoas na madrugada deste domingo (14). O esportista, que foi detido ao lado de MC Gui, comentou o caso pela primeira vez em entrevista ao 'Fantástico' (TV Globo). 

“Não tenho costume de ir a cassino, a única coisa que eu jogo é videogame. Estava com meus amigos, fomos comer. Quando estava indo embora, a polícia chegou mandando todo mundo ir para o chão”, explicou o jogador. 

Em outro momento, tentou justificar a aglomeração, porém assumiu a culpa. “Faltou sensibilidade da minha parte. Era meu último dia de férias, e estava feliz de estar com meus amigos. Faltou sensibilidade. Mas usei máscara, álcool gel... Quando percebi que tinha um pouquinho mais de gente, estava indo embora”, disse. 

A entrevista completa de Gabigol irá ao ar na noite de hoje, no Fantástico, a partir das 20h. 

O CASO

Gabigol e o cantor MC Gui foram detidos na madrugada deste domingo (14) em São Paulo (SP). Os dois foram flagrados em um cassino clandestino localizado no bairro Vila Olímpia, zona sul de São Paulo (SP), que contava com a presença de 200 pessoas. 

Vale lembrar que jogos de azar são proibidos pela legislação brasileira, além do estado de SP não permitir aglomerações por conta da pandemia de Covid-19

De acordo com informações da GloboNews, Gabigol e MC Gui foram encaminhados para a delegacia com os demais presentes. Lá, assinaram um termo onde se comprometeram a prestar depoimento futuramente. Ambos foram liberados. 

"Foram conduzidos, na verdade qualificados, por conta da pandemia já para prestar esclarecimento aqui na delegacia, e os funcionários e o responsável pelo local também devem responder por crime contra a saúde pública, jogo de azar e contravenção. Os demais serão ouvidos posteriormente porque senão a gente causaria outra aglomeração aqui", explicou Eduardo Brotero, delegado de polícia e supervisor do GARRA, à emissora. 

A operação contou com uma força-tarefa com agentes da Vigilância Sanitária, Procon-SP, Corpo de Bombeiros e apoio das Polícias Militar, Civil e da Guarda Civil Metropolitana. O caso deve ser investigado pelo Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).


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