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Galvão Bueno vai deixar narrações na TV Globo após a Copa do Mundo

Copa do Mundo do Catar será a última de Galvão Bueno na TV Globo

Da Redação Publicado em 25/03/2022, às 09h17

Galvão Bueno vai deixar a emissora após narrar 13 Copas do Mundo trabalhando nela. - TV Globo
Galvão Bueno vai deixar a emissora após narrar 13 Copas do Mundo trabalhando nela. - TV Globo

A TV Globo anunciou que Galvão Bueno vai deixar as narrações da emissora após a Copa do Mundo de 2022. O evento, que será realizado no Catar, coincide com o fim do contrato do narrador com a emissora carioca, cujo início foi em 1981.

Ele narrou sua última partida da seleção brasileira no Maracanã na noite da última quinta-feira (24). De acordo com o site do Globo Esporte, Galvão e a emissora estão conversando sobre o que acontecerá após a Copa do Mundo.

“Pretendo realmente dar um mergulho de cabeça nesse mundo digital. Estamos negociando participações, sequência na Globo, outras plataformas. A Globo é minha casa. Não poderia chegar a minha última transmissão de seleção brasileira em TV aberta sem me referir a isso. É um momento que vai ser muito especial, marcante e de muita emoção”, afirmou o narrador.

MUITA HISTÓRIA

Na Copa do Catar, Galvão atingirá a marca de 13 Copas do Mundo no currículo — 11 delas apenas na Globo, narrando todas as finais desde 1990. São 48 anos como narrador, 41 na mesma emissora. Renato Ribeiro, diretor de Esportes da Globo, destacou o legado que Galvão deixará na televisão brasileira e prometeu uma despedida inesquecível.

“Galvão é um gênio da comunicação, que reinventou a função de um narrador nas transmissões esportivas. Haverá pra sempre na história da TV brasileira o antes e o depois de Galvão. Juntos, estamos preparando uma despedida à altura da história dele na Copa do Catar. Será inesquecível para o Galvão e para o público”, ressaltou.

Ao ser questionado sobre o que gosta mais de narrar, se futebol ou corrida de Fórmula 1, ele manda uma resposta inusitada: “Eu respondo: ‘basquete’. Mas, na realidade, a minha carreira foi feita em cima do futebol e da Fórmula 1. É evidente que não há nada igual a uma Copa do Mundo. Não há evento no mundo que seja mais importante para um brasileiro e, consequentemente, para quem trabalha nisso. A Fórmula 1 é cativante porque é muito mais difícil de transmitir”, contou.

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