AnaMaria
Famosos / Famosos

Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso comentam os ensinamentos da pandemia

Apresentadora e ator deram uma entrevista ao canal do YouTube da Astrid Fontenelle

Da Redação Publicado em 27/10/2020, às 15h18 - Atualizado às 15h18

Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso são entrevistados por Astrid Fontenelle - YouTube/ Canal Da Astrid
Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso são entrevistados por Astrid Fontenelle - YouTube/ Canal Da Astrid

Astrid Fontenelle, além de jornalista, tem um canal no YouTube onde entrevista diversas pessoas que admira. Na última segunda-feira (27) ela recebeu em sua telinha Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso.

Um dos assuntos abordados no vídeo foi a pandemia causada pelo novo coronavírus e o que os famosos aprenderam com as mesmas. “Eu nunca teria passado por uma gestação com a minha família tão unida e vivendo cada momento que eu estava vivendo, se não fosse esse momento. Então meus filhos estavam muito presentes, vendo cada centímetro da barriga crescendo, cada ultrassom. O Bruno também estava muito presente. Então são coisas que a gente ganhou nesse período”, contou Ewbank.

Gagliasso também deu seu ponto de vista e revelou algumas mudanças durante o período de isolamento social. “Eu vi o quanto eu estava no meu celular, quanto eu estava preocupado com o meu trabalho, foi um impacto muito grande, até por agora, eu fiquei assustado, fiquei: 'O que eu to fazendo? É esse caminho que eu quero?’”, afirmou.

A apresentadora ainda acabou contando que a parte de educar em casa foi complicada. “Escola online. Amor, toda aula eu ia pro banheiro chorar. Mas eu chorava mesmo. Eu liguei pra coordenadora e falei: 'Eu não tenho como, eu tô me sentindo mal'. Por que eu não conseguia ensinar para as crianças. Os professores são maravilhosos”, elogiou.

AJUDANDO A NATUREZA

A família foi para um lugar perto da natureza e ficou quase dois meses no meio da mata. Por isso, quando o casal voltou, decidiu plantar várias árvores: “Noite passada a gente tava escrevendo os nomes de cada árvore. Por que por enquanto foram 170. Mas nesse mês são 2.500. E a gente tá nomeando as árvores, olha que loucura”.

Eles ainda explicaram um dos motivos. “Porque o que a gente quer é: Quando a gente estiver caminhando, aí vai tá lá o nome, sei lá, 'Astrid', aí os nosso filhos vão perguntar: 'Qual a história da Astrid?'. E aí a gente vai contar nossa história com você”, detalhou.