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Juliano Cazarré é liberado de gravações de ‘Pantanal’ para cuidar da filha recém-nascida

A quinta filha de Juliano Cazarré nasceu com uma cardiopatia rara

Da Redação Publicado em 29/06/2022, às 11h57

Filha de Juliano Cazarré nasceu com uma cardiopatia rara, a Anomalia de Ebstein - João Miguel Júnior/Globo e Instagram/@cazarre
Filha de Juliano Cazarré nasceu com uma cardiopatia rara, a Anomalia de Ebstein - João Miguel Júnior/Globo e Instagram/@cazarre

Juliano Cazarré, que interpreta Alcides em ‘Pantanal’, foi liberado pela Globo das gravações da novela para acompanhar de perto o estado de saúde da sua quinta filha, Maria Guilhermina, recém-nascida com uma cardiopatia rara — a Anomalia de Ebstein.

A informação desse afastamento do set veio do portal NaTelinha, que revelou que o ator ficará próximo da família nesse momento delicado. A pequena passou por uma cirurgia logo que nasceu e agora está se recuperando na UTI.

Embora o quadro seja difícil, Cazarré se ausentará das gravações de ‘Pantanal’ por apenas uma semana. Depois desse período, o artista voltará às cenas para gravar suas últimas aparições na trama.

ENTENDA O QUADRO

O ator Juliano Cazarré foi pai pela quinta vez na última terça-feira (21). Ele e a esposa, Letícia, apesar de já terem presenciado outros quatro nascimentos, contaram com uma situação diferente dessa vez. A herdeira Maria Guilhermina veio ao mundo com uma doença congênita rara — a Anomalia de Ebstein —, descoberta durante os exames pré-natais, e teve que passar por procedimento cirúrgico para corrigir o quadro.

Uma a cada 10 mil crianças nasce com essa cardiopatia, que afeta a oxigenação do sangue. Embora esta seja uma condição rara, para que a mesma possa ser identificada cedo, é muito importante que sejam realizados alguns cuidados quando o bebê ainda está na maternidade.

A Anomalia de Ebstein é uma má formação da válvula tricúspide, que está à direita do coração e é responsável por levar sangue para o pulmão, oxigenando-o. Então, quando há uma deficiência nessa válvula, há uma baixa oxigenação do sangue, caracterizando o quadro da doença.

No caso da filha de Letícia e Juliano Cazarré, a doença se fez presente ainda cedo. Os médicos identificaram a cardiopatia congênita (desde o seu nascimento) nos exames pré-natais realizados.

Ao longo da gestação, percebeu-se também que o caso da pequena seria um dos mais raros e graves dentro da anomalia e, por isso, os pais decidiram realizar o parto na cidade de São Paulo, para que ela nascesse com uma equipe mais especializada.

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