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Ludmilla oferece ajuda à família de jovem morto pela PM: ‘‘Quero dar um enterro digno’’

Cantora afirmou que “perdeu a fome” ao assistir a notícia no jornal

Redação Publicado em 28/09/2021, às 14h46 - Atualizado às 14h46

Além de Samuel, seu padrasto Willian também foi assassinado - Instagram/@ludmilla
Além de Samuel, seu padrasto Willian também foi assassinado - Instagram/@ludmilla

Ludmilla demonstrou indignação com a morte de Samuel Vicente, durante uma ação da Polícia Militar no Rio de Janeiro (RJ), no último sábado (25). A cantora pediu a ajuda dos seguidores do Twitter para entrar em contato com a família do adolescente, de apenas 17 anos, e se ofereceu para bancar os gastos de seu enterro. 

"Cheguei em casa na hora do jantar, a TV estava ligada no jornal e começou a passar a história do Samuel Vicente. Eu perdi a fome e chorei com a covardia e sofrimento que a mãe desse menino está passando", escreveu na noite da última segunda-feira (27). 

Segundo ela, o enterro de Samuel teve que ser adiado devido à falta de verba. "Eu quero muito ajudar a mãe desse menino a dar um enterro digno para ele, alguém pode me ajudar a achar a família do Samuel?". 

Horas depois, Ludmilla fez outra publicação, avisando que já havia conseguido contato com a família do adolescente. Nos comentários, a cantora recebeu diversos elogios e incentivos dos seguidores pela boa ação. 

“Você nos enche de orgulho, meu coração fica quentinho em saber que admiro a pessoa certa”, escreveu uma página de fãs. “Que Deus te abençoe sempre e muito sucesso pra você, sem palavras”, desejou outro internauta. “Você é incrível rainha, te amo”, disse uma terceira. 

O CASO

Samuel Vicente e seu padrasto Willian Vasconcellos foram mortos por policiais na saída de um baile funk em Anchieta, zona norte do Rio de Janeiro (RJ). Além deles, outras duas pessoas ficaram feridas na ação da Polícia Militar, incluindo Camily da Silva, namorada do adolescente. 

Segundo depoimentos, Samuel pediu a ajuda do padrasto para levar Camily, que estava passando mal, ao hospital. No caminho, os três foram baleados pelos PMs Leonardo Soares Carneiro e Edson de Almeida Santana, que teriam ‘confundido’ um objeto nas mãos do rapaz com um fuzil.