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Famosos / violência

Neném, da dupla com Pepê, relata que sofreu assalto e agressão: ''Achei que ia morrer''

Cantora teve o carro roubado e braço machucado

Da Redação Publicado em 03/11/2021, às 11h18 - Atualizado às 11h18

Neném conta que foi assaltada e agredida em São Paulo - Instagram/@pepenenemoficial
Neném conta que foi assaltada e agredida em São Paulo - Instagram/@pepenenemoficial

Neném, da dupla com Pepê, usou o Instagram para relatar um susto que passou na última segunda-feira (1º), quando foi assaltada e agredida em São Paulo (SP). Após o acontecimento, a cantora chegou a publicar uma foto de seu veículo para pedir ajuda dos fãs a encontrá-lo. 

"Eu queria muito agradecer a todos vocês daqui da região de Pedreira, Jabaquara. A todos que entraram com a gente e ajudaram de alguma forma para poder achar o meu carro (...). Muita gente ajudou, o carro voltou", contou ela.

Neném explicou que, na manhã do dia seguinte, ela recebeu uma ligação da polícia afirmando que o carro estava perto de sua casa. Depois, ela deu mais detalhes sobre o ocorrido.

"Muita gente está perguntando se ele [criminoso] fez algum mal para mim. Graças a Deus foi muito rápido. Ele estava muito nervoso, machucou o meu braço. Ficou muito roxo, não sei se dá para ver, todo roxo. Ele machucou porque pegou muito forte. Me arrancou de dentro do carro. Eu falei: 'Espera só um pouquinho, só vou pegar o remédio da minha filha'. E ele respondeu: 'Pega logo isso e sai fora do carro'. Foi o tempo de eu pegar o remédio e o celular. Ele não viu que eu peguei o celular. Peguei e ele me jogou para fora do carro, e foi embora", disse. 

A artista também lamentou o crime e desejou que ninguém passesse pela mesma situação. "É horrível. Você se sente indefeso. É como se tivesse perdido um pedaço de um braço, de uma perna. Você não consegue reagir. Dá uma raiva, porque não consegue reagir, pensar. Fica com aquele medo. E fica pensando: 'Pronto, é agora que vou morrer'. Juro por tudo que é mais sagrado que achei que ia morrer. Que dessa vez eu ia morrer. Ele bateu umas vinte vezes no vidro com a arma. Eu achei que a arma uma hora ia disparar na minha cabeça. Ele abriu a porta e graças a Deus deu tudo certo", contou.