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Vivendo fase ruim na Record, Rodrigo Faro pode trocar de emissora em 2023

Programa de Rodrigo Faro na Record está com a audiência baixa

Da Redação Publicado em 07/07/2022, às 21h48

Rodrigo Faro pode trocar de emissora em 2023 - Reprodução/Record TV
Rodrigo Faro pode trocar de emissora em 2023 - Reprodução/Record TV

Com a baixa audiência de seu programa, Rodrigo Faro não enfrenta seus melhores dias na Record. Diante dessa situação, começou a correr um boato de que o apresentador poderia trocar de emissora.

De acordo com o ‘TV Fama’, programa da RedeTV!, o apresentador pode trocar de canal depois do término de seu contrato com a Record, que chega ao fim em dezembro deste ano. Ainda segundo a atração, Rodrigo Faro já teria até mesmo recebido uma proposta de emprego em outra emissora.

Segundo informações de Nelson Rubens, o artista trocaria o canal de Edir Macedo, não renovando seu vínculo, pela Band, atuando no canal em 2023 — quando o programa do Faustão deixará de passar diariamente.

FOI PROCESSADO

Uma ex-funcionária da Record TV foi à Justiça contra a emissora e o apresentador Rodrigo Faro ao afirmar que sofreu humilhações na época em que trabalhava na empresa, em 2019. Tudo teria começado quando a mulher, que prefere não ser identificada, foi perguntada ao vivo pelo comandante do ‘Hora do Faro’ se é travesti.

De acordo com informações do Splash UOL, a vítima afirmou ter sofrido constantes chacotas e até agressões dos seguranças após a pergunta do apresentador. Os demais teriam passado a questionar seu gênero - chegando a pedir que levantasse seu vestido para ‘provar’ qual era seu sexo biológico.

Ela também alegou que os seguranças da Record TV quebraram seu celular e a jogaram na rua após um dos episódios. A mulher teria sido acompanhada ao hospital por outro funcionário da empresa, onde diz que foi orientada pelo médico, que tinha conhecimentos de outros casos parecidos na emissora, a denunciar o acontecido através de um boletim de ocorrência.

Por outro lado, a vítima também foi aconselhada a retornar aos estúdios, "para que não houvesse nenhum tipo de escândalo para a emissora" - o que ela fez. Foi então que tudo teria se repetido e a mulher teria sido vítima de mais ‘piadas’ a respeito de seu gênero.

Os impactos psicológicos das humilhações foram tão grandes para a ex-funcionária que ela teria entrado em depressão profunda e tentado suicídio. Ela afirmou que sofre com mutilações e faz uso contínuo de medicamentos. No processo, ela pede o pagamento de R$ 100 mil por danos morais.