AnaMaria

“Você entra em contato com sua natureza selvagem”, diz Juliana Paes sobre Pantanal

Juliana Paes celebrou período que passou no Pantanal para as gravações da novela

Da Redação Publicado em 01/04/2022, às 09h44

No remake da trama, Juliana Paes dá vida à Maria Marruá - TV Globo
No remake da trama, Juliana Paes dá vida à Maria Marruá - TV Globo

Juliana Paes relembrou, em entrevista ao Gshow, as sensações trazidas pela estadia no Pantanal durante as gravações do remake da novela. Segundo a intérprete de Maria Marruá, a conexão com a natureza permitiu com que ela se conectasse mais com si mesma e suas vontades.

“Foi muito importante estar no Pantanal para compor esta personagem. Eu nunca tinha estado no Pantanal. Fizemos alguns estudos aqui antes, mas quando você chega no Pantanal, tem um dado diferente”, começou dizendo à reportagem que foi ao ar na última quinta-feira (31).

Em seguida, ela explicou: “Vem uma energia contemplativa, o Pantanal te convida a isso, te convida a levantar as orelhas, lançar o olhar para fora. Esta energia de contemplação fica impregnada na gente”.

A artista afirmou que os sons dos animais a permitiram silenciar a própria mente. “É um silêncio preenchido por si mesmo. Você realmente entra em contato mesmo com a sua natureza selvagem. Dá vontade de comer, vai comer. Não está mais a fim de falar, vai pro teu canto, pra tua oca”, continuou.

Foi nos momentos de silêncio que Juliana Paes percebeu que tem mais em comum com Maria Marruá do que imaginava. A atriz concluiu: “Me senti muito conectada com os meus próprios desejos e me deu um estalo de que a Maria tem um pouco disso, virou um pouco isso”.

VEM AÍ!

Na entrevista, Juliana adiantou o que os telespectadores poderão esperar após o nascimento de Juma Marruá, interpretada por Alanis Guillen, nos próximos capítulos da trama. "Acho que o público vai se identificar com a redescoberta. Apesar de todas as dores ainda é possível um lugar de amor, que é quando a Juma nasce", entregou a atriz.

"Depois de tantas perdas, ela [Maria] descobre um amor pela Juma, filha, pela vida que não para de nascer apesar de tudo. Esta necessidade que a gente tem de continuar, apesar de tudo",  em menção à morte dos três filhos da personagem.