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Alexandre Nero se declara ao parabenizar o filho caçula: ''Amor incondicional''

O ator aproveitou a data especial para escrever uma homenagem

Da Redação Publicado em 17/09/2020, às 14h42 - Atualizado às 14h49

Inã é fruto da união do ator com a consultora de moda Karen Brusttolin - Instagram/@alexandrenero
Inã é fruto da união do ator com a consultora de moda Karen Brusttolin - Instagram/@alexandrenero

Alexandre Nero usou as redes sociais, nesta quinta-feira (17), para escrever uma mensagem de aniversário ao filho caçula, Inã. 

Papi coruja, o ator fez questão de declarar todo o seu amor ao pequeno, que completa 2 anos de vida, mas sem deixar o bom humor de lado. 

"Dois anos de muita alegria e amor incondicional (um mundo de cocô, noites sem dormir e a agudeza do bico de papagaio do papai). Observação: nenhum leão foi ferido durante as filmagens dessa produção", escreveu na legenda da postagem, que foi ilustrada com um vídeo do menino. 

Nos comentários da publicação, seguidores do ator aproveitaram pra elogiar o pequeno. “Coisa linda”, disse um deles. “Esses olhos lindos”, observou outro. 

Inã é fruto da união de Alexandre Nero com a consultora de moda Karen Brusttolin. O casal também são pais de Noá, de 4 anos.

REFLEXÃO

O ator completou 50 anos de vida em fevereiro deste ano! Em suas redes sociais, o ator aproveitou para escrever uma reflexão sobre tudo o que passou em sua vida e compartilhou fotos da infância.

“Comemorar. Nunca essa palavra fez tanto sentido como hoje. Descobri há pouco tempo sua etimologia, vem do latim commemorare e significa ‘trazer à memória’”. Hoje, ao completar 50 anos de idade me dou conta que, apesar de saber que não é nenhuma idade avançada para os padrões do século XXI, em minha memória é algo muito emotivo”, iniciou na legenda da publicação. 

Para continuar, relembrou a morte dos pais, que faleceram quando o ator ainda era adolescente, e lamentou que eles não puderam completar os 50 anos de idade. 

“Hoje ingresso uma estrada onde meus pais nunca puderam caminhar. Meus pais não chegaram a completar 50 anos. Eu os perdi quando ainda era adolescente, quase uma criança, e claro, eles sempre estiveram muito presentes em minha memória, mas na vida adulta nunca foi tão latente como hoje. Comemoro isso por mim, por eles e especialmente pelos meus filhos”, continuou. 

“Hoje, mais do que nunca, sinto meus pais vivos e pulsantes em mim e que aqui estarão comemorando a idade que eles não viveram, os netos que não brincaram, e os filhos adultos que eles não puderam rir juntos das roupas e cabelos nas fotos antigas. Hoje, num mundo que pretende sobrecarregar hd’s e esvaziar memórias, eu insisto: É preciso comemorar”, finalizou.