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Arlete Salles revela que batalhou muito para chegar onde está: ''Bullying pelo sotaque''

Arlete Salles conta que sofreu preconceito por causa de seu sotaque pernambucano

Da Redação Publicado em 03/12/2019, às 19h25 - Atualizado às 19h25

Arlete Salles fala sobre batalhas que enfrentou - Globo/Fábio Rocha
Arlete Salles fala sobre batalhas que enfrentou - Globo/Fábio Rocha

Arlete Salles e Miguel Falabella são os convidados do programa ‘Conversa com Bial’, que irá ao ar nesta terça-feira (3), na TV Globo.

A atriz, durante o bate-papo, abriu um pouco de sua intimidade e contou sobre o início de sua carreira.

“Em Recife, eu era uma garota bem tímida, mas cheia de sonhos e coragem. Foi graças a um anúncio que consegui ir para o rádio. Não existia televisão e eles me chamaram para fazer locução”, relembrou.

A comediante revelou que passou por diversos impasses e muito preconceito, por ter vindo de Pernambuco, para chegar onde queria.

“Eu sofri muito bullying por conta do meu sotaque, que era muito forte. Na época, não havia esse costume de fazer consulta com fonoaudiólogas. Eu fui treinando sozinha e acabei perdendo 80%”, contou.

Arlete e Miguel estão trabalhando juntos na série ‘Eu, a Vó e a Boi’, original da plataforma Globoplay, que teve sua estreia na última sexta-feira (29).

ATUANDO JUNTOS

Ainda durante a entrevista, o apresentador Pedro Bial deu licença para que ambos os atores pudessem contar alguns detalhes sobre o trabalho que estão fazendo juntos.

Miguel explicou que se trata de “crônicas de uma discórdia antiga entre duas avós que têm o mesmo neto”.

Além disso, o dramaturgo falou que apesar de se tratar de duas personagens mais velhas, as discussões apresentadas tangem bastante a atualidade. “A série é um humor profundo de dramaturgia e de personagens muito atuais. Brincamos muito com esse novo conceito de família. A novidade está nessas novas relações e na mensagem de que nada pode florescer quando plantado no rancor”.