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Artistas criticam secretário da Cultura por citar fala de nazista: ''Assustador''

Após citar fala de nazista, artistas criticam secretário da Cultura: ''Precisa de psiquiatra''

Da Redação Publicado em 17/01/2020, às 11h38 - Atualizado às 11h55

Artista se manifestaram contra o discurso de Roberto Alvim - Twitter
Artista se manifestaram contra o discurso de Roberto Alvim - Twitter

Nas redes sociais, artistas se manifestaram sobre o discurso polêmico do secretário nacional da Cultura, Roberto Alvim, publicado na noite da última quinta-feira (16) no Twitter oficial da secretaria. 

Isso porque ele realizou uma fala semelhante a de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda de Hitler e um dos idealizadores do nazismo. Além disso, ao fundo do vídeo é possível escutar a ópera "Lohengrin", de Richard Wagner, compositor alemão celebrado pelo líder nazista.

“Que bizarro, que discurso de maluco... coisa mais ‘nazi’ que isso eu nunca vi”, escreveu Marcelo D2. “Um doente, precisa de psiquiatra”, opinou o ator José de Abreu

“Já temos um ministro da educação analfabeto e um secretário ‘especial’ da Cultura que cita O MINISTRO DA PROPAGANDA NAZISTA, JOSEPH GOEBBELS. Se isso pra você é normal,não sei o que dizer. É assustador. É pavoroso. E o tom? E a trilha sonora? E o botox? Fundo do poço é pouco”, disse o apresentador do ‘Globo Esporte’, Felipe Andreoli.

Danilo Gentili também falou sobre: “Se quer brincar de Goebbels tem que brincar direito: alguém leve o Ministro Alvim até o jardim e providencie pra ele urgente uma ampola de cianeto”. 

COMPARE

Parte do discurso de Roberto Alvim: 

"A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes de nosso povo, ou então não será nada". 

Goebbels havia afirmado em meados do século XX:

“A arte alemã da próxima década será heróica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada."