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Confirmada presença de substâncias tóxicas na água usada por cervejaria em MG

Confirmada presença de substâncias tóxicas na água usada pela cervejaria Backer

quinta 16 janeiro, 2020
Secretaria confirma 17 casos de síndrome nefroneural causados por cerveja
Secretaria confirma 17 casos de síndrome nefroneural causados por cerveja Foto:Getty Images

O Ministério da Agricultura informou que foram encontradas as substâncias tóxicas dietileno e monoetilenoglicol na água usada na produção da cervejaria Backer, em Minas Gerais.

As informações fazem parte do resultado preliminar da investigação, divulgado pelo Ministério da Agricultura na última quarta-feira (15).

O Ministério informou que ainda não há como determinar a causa da contaminação da água utilizada pela cervejaria e nem quando começou a contaminação.

O coordenador geral de vinhos e bebidas do Ministério da Agricultura, Carlos Vitor Muller, explica que as substâncias não podem ser misturadas na água utilizada na fabricação do produto.

Devido a essa contaminação, o Ministério intimou a cervejaria a recolher todas as marcas produzidas pela empresa desde outubro, e não só a cerveja belorizontina.

SÍNDROME NEFRONEURAL

A investigação apontou que os lotes contaminados passaram por diversos tanques de produção da cervejaria.

A empresa produz as cervejas Backer, Medieval, Pele Vermelha, Bravo, Exterminador, Três Lobos, Capitão Snera, Corleone, Tommy Gun, Diabolique, Julieta, Fargo, Cabral, Cacau Bomb, além da Belorizontina e da Capixaba.

As substâncias são investigadas como as possíveis causas da síndrome nefroneural. A Polícia Civil de Minas divulgou oficialmente, na quarta-feira (15), a segunda morte pela doença.

Uma terceira está sendo investigada após notificação da prefeitura de Pompeu, no interior do estado, ocorrida na terça. A Secretaria de Saúde de Minas Gerias afirma que, ao todo, são quatro casos confirmados da síndrome e outros 13 em investigação.

O Ministério da Agricultura informou que continuará as investigações administrativas, garantindo o direito de defesa para a cervejaria Backer.

A Cervejaria reafirmou que nunca comprou ou utilizou o dietilenoglicol.  Disse ainda que aguarda os resultados das apurações e continua à disposição das autoridades. Em coletiva nessa terça-feira, a Backer aconselhou os consumidores a não beberem a cerveja belorizontina.

Repórter Nacional/Agência Brasil
Atualizado quinta 16 janeiro, 2020 (1095317)
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