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Crônica da Xênia: Sempre os mesmos, Globo?!

A repetição dos atores nas novelas está deixando o público cada vez mais enjoado...

Xênia Bier Publicado em 13/07/2016, às 10h00 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h44

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Crônica da Xênia: Sempre os mesmos, Globo?! - Globo/Cauá Franco
Crônica da Xênia: Sempre os mesmos, Globo?! - Globo/Cauá Franco
Sempre gostei muito de Antonio Fagundes. Como grande ator que é e como homem – sempre muito digno, decente, honrado. Mas, ultimamente, venho implicando com ele e com mais alguns atores e atrizes da Globo. Isso é fruto de tantos anos de “convivência” e da maneira como a Globo vem escalando seus profissionais.
Veja você, cara leitora: Alexandre Nero saiu de um grande sucesso como Comendador na novela Império e, logo em seguida, com somente o intervalo de uma novela chata (tão chata que nem me lembro o nome), lá está ele novamente com A Regra do Jogo, que foi uma novela para enterrar talentos. 
No tempo em que Boni comandava a Rede Globo, ator ou atriz que fazia grande sucesso em uma novela só voltava a atuar 2 anos depois, para não desgastar o talento. Cuidava-se de atores e atrizes, que eram todos tratados como matéria-prima. E, por terem sido respeitados, seus talentos brilham até hoje... Brilham?
Me entusiasmei com Velho Chico, já tô baixando a triste e resmungando: outra vez Fagundes fazendo um coronel nordestino? Outra vez um mandachuva prepotente? E esse negócio de novela com duas fases só dá ruim! Certamente a força e o talento com os quais Rodrigo Santoro levou seu coronel Afrânio nos faz agora rejeitar o coronel Afrânio de Antonio Fagundes. E, cá entre nós, os medalhões da Globo também já estão cansados. Estão ligando o piloto automático e deixando correr...