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Ex-RBD, Dulce María surge ensanguentada em protesto contra touradas

Artista se caracterizou para criticar os atos contra animais na espanha

Da Redação Publicado em 11/09/2020, às 15h42 - Atualizado às 15h42

Dulce María, ex-RBD - Instagram/ @dulcemaria
Dulce María, ex-RBD - Instagram/ @dulcemaria

A cantora e atriz mexicana Dulce Maríalidera uma campanha contra as touradas pela organização Peta Latino, que luta contra os maus tratos animais. Na última quinta-feira (10), ela surgiu toda coberta de sangue e com uma bandeira de toureiro na mão.

“Não se deixe enganar. A tourada é tortura, não cultura. Não apoie ela ”, diz o cartaz em que a atriz aparece. Ela ainda estrelou um vídeo, parte da campanha da ONG, no qual mandou uma mensagem importante para seus seguidores:

“Como mexicana, digo a vocês, há belas tradições que valem a pena promover e que vão passando de geração em geração, mas há coisas que como seres humanos estamos evoluindo em consciência”, completa.

“Eles expõem a dor e tudo que um animal está passando, que ele não tem culpa, é horrível e é muito triste que torturem um animal e que seja para o entretenimento de muita gente, que aplaudam e fiquem felizes enquanto torturam um ser vivo”, acrescenta o mexicana.

(Foto: Instagram/ @dulcemaria)

QUEM É A PETA?

Peta é uma ONG animalesca que tem se caracterizado por lutar contra o abuso de animais por estar presente em diferentes áreas sociais. Sua atenção está voltada para os maus-tratos aos animais por longos períodos de tempo, como ocorre nas fazendas industrializadas, nas indústrias têxtil, farmacêutica e de entretenimento. No entanto, também incluem violência doméstica e o extermínio de “pragas”.

Sob o lema "os animais não são nossos para diversão", a organização é uma das maiores cujo objetivo é zelar pelos direitos dos animais.

A Tauromaquia, numa das suas principais expressões, tourada ou corrida de touros, é um evento que consiste na lide de touros bravos, a pé ou a cavalo. Além da Espanha, as touradas são disputadas em países como México, Peru e Colômbia. Na maioria das nações, contudo, elas são proibidas.