Jair Bolsonaro rebate arcebispo e volta a defender armamento da população

Presidente respondeu às críticas de dom Orlando Brandes

Da Redação Publicado quarta 13 outubro, 2021

Presidente respondeu às críticas de dom Orlando Brandes
Jair Bolsonaro rebate arcebispo e volta a defender armamento da população - Instagram/@jairmessiasbolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) rebateu, na manhã desta quarta-feira (13), os comentários do arcebispo de Aparecida, dom Orlando Brandes, em relação ao armamento da população. Segundo o portal G1, o governante disse, em viagem a Miracatu (SP), que respeita o posicionamento do religioso mas que "nós devemos nos preocupar com a nossa liberdade, o bem maior da nossa nação".​ 
 
Acontece que, em comemoração ao Dia de Nossa Senhora Aparecida, o arcebispo rezou a principal missa do Santuário Nacional de Aparecida. Na ocasião, dom Orlando afirmou que “para ser pátria amada não pode ser pátria armada”, criticando os posicionamentos de Bolsonaro acerca da posse de armas de fogo. Em seu discurso, Brandes ainda disse que uma “pátria amada é uma pátria sem mentiras, corrupção ou fake news”. 
 
Em resposta, o presidente negou que as declarações tenham sido em sua direção. 
 
“Ele não falou, ele é uma pessoa educada. Não íamos discutir abertamente isso aí, até porque eu não tinha microfone, não tinha como discutir, era apenas ele nesse assunto. Respeito os bispos e respeito a todos que tenham posição diferente da minha”, afirmou Bolsonaro. 
 
VACINA
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) bateu o martelo e decidiu, de vez, que não irá se vacinar contra a covid-19. O chefe de Estado afirmou, na manhã desta quarta-feira (13), que já possui anticorpos suficientes contra o vírus e, por esse motivo, não precisa do imunizante. 

Em entrevista à Rádio Jovem Pan, o mandatário defendeu seu poder de escolha: "No tocante à vacina, decidi não tomar mais a vacina. Estou vendo novos estudos, estou com a minha imunização lá em cima, IgG (anticorpos) está 990, para quê vou tomar a vacina? Para mim, a liberdade acima de tudo".

"Se o cidadão não quer tomar a vacina, é um direito dele e ponto final. Seria a mesma coisa que você jogar R$ 10 na loteria para ganhar R$ 2. Não tem cabimento isso", completou, minimizando a eficácia da vacina.

Último acesso: 20 Oct 2021 - 01:36:52 (1151068).