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Influenciadora digital italiana relata como está a situação da Itália com o Covid-19

Chiara Ferragni faz depoimento nas redes sociais e fala sobre situação atual da Itália

Da Redação Publicado em 11/03/2020, às 19h00 - Atualizado em 12/03/2020, às 14h57

Chiara Ferragni faz alerta sobre coronavírus na Itália - Instagram/ @chiaraferragni
Chiara Ferragni faz alerta sobre coronavírus na Itália - Instagram/ @chiaraferragni

A Itália está repleta de casos de Covid-19 e o povo está tomando diversas medidas preventivas para se proteger do vírus.

Vários artistas italianos estão ajudando seu país e doando algumas quantias altas em dinheiro e Chiara Ferragni está entre eles.

A influenciadora digital publicou um clique com uma máscara, que está sendo usada para conter a propagação da doença, e fez um alerta.

“Isso é para explicar a situação para todos os meus seguidores estrangeiros (70% dos meus 18.7 milhões), que claramente não entendem a situação do momento aqui na Itália: Está ruim”, iniciou seu depoimento na legenda da publicação.

A modelo deu alguns detalhes mais aprofundados sobre a circunstância atual.

“Nós temos mais de 10 mil casos, mais de 600 mortes e mais de cinco mil pessoas em condições ruins em hospitais. Os hospitais não estão prontos para receber esses casos, e os médicos e enfermeiros estão fazendo o possível para ajudar o máximo de pessoas. Mas se o aumento de doentes não desacelerar, eles terão de começar a escolher os pacientes baseados no quão jovens são e quais as chances de sobrevivência”, afirmou.

A partir disso, a famosa resolveu contar uma decisão, que partiu de si e de seu esposo, Fedez.

“Começamos a arrecadar fundos na segunda-feira para ajudar um hospital em Milão e conseguimos mais de 3.6 milhões de euros e outras pessoas também começaram a angariar valores para outros hospitais, mas ainda tem muito o que ser feito”, declarou.

Ao finalizar, a loira revelou uma decisão do Estado como medida de prevenção. 

“Eles decidiram trancar todos os italianos dentro de suas casas até três de abril para prevenir o vírus de espalhar ainda mais e evitar que o sistema e as instituições hospitalares não sofram um colapso. Estamos vivendo em quarentena, assim como outras cidades na China fizeram durante o mês passado”, contou.