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Pré-candidato ao governo de SP acredita em reeleição do presidente

Tarcísio de Freitas acredita que eleitores do Lula declaram o voto de “forma envergonhada” e não crê em golpe

Redação Publicado em 28/06/2022, às 12h09

Presidente Bolsonaro ao lado do Ministro Tarcísio de Freitas - Instagram/@tarcisiogdf
Presidente Bolsonaro ao lado do Ministro Tarcísio de Freitas - Instagram/@tarcisiogdf

O Ministro da Infraestrutura do governo Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, que também é pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo pelo Republicanos, expôs suas opiniões sobre as pesquisas eleitorais e sobre as falas antidemocráticas do presidente, no ‘Roda Viva’ da última segunda-feira (27). 

Na última pesquisa eleitoral para presidente da FSB/BTG, Lula aparece com 43% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro oscila entre 32% e 33%. Outro ponto bastante significativo são os números da rejeição do presidente, que também é a maior: 57% afirmaram que não votariam nele 'de jeito nenhum'.

Apesar destes dados pessimistas para a reeleição de Bolsonaro, Tarcísio acredita em uma virada: “Eu não sou um bolsonarista de nuances, [...] Primeiro, acredito no crescimento do presidente, porque aqueles que declaram voto no Lula, declaram de forma não convicta, envergonhada, e quando começaram a perceber o risco que temos nas mãos vão começar a migrar".

Mesmo com o cenário exposto por pesquisa do OLB (Observatório do Legislativo Brasileiro) publicada em Dezembro de 2021, em que Bolsonaro foi o presidente que menos aprovou projetos, o Ministro revelou como espera a reviravolta.

“A gente vai mostrar a nossa capacidade de tirar projetos do papel e transformá-los em realidade, por isso estou bastante otimista com relação à trajetória e à eleição", continuou o republicano. 

AMEAÇA À DEMOCRACIA

Em dado momento do programa da TV Cultura, Tarcísio disse que não vê “risco nenhum para a democracia”, quando questionado se Bolsonaro representava um risco de ruptura institucional.

"Isso não vai acontecer no Brasil. Confio plenamente. O presidente é fruto da democracia. Eu não vejo ele fazer defesa da ditadura”, afirmou o Ministro, apesar das várias falas antidemocráticas e ameaças ao Judiciário por parte do presidente. 

“E, no final das contas, nós temos um sistema eleitoral maduro, barulhento porém maduro, e que não corre risco de ruptura. Acho que nós vamos ter um processo democrático agora no fim do ano, eleições que vão transcorrer tranquilamente, vamos ter os resultados proclamados, e os seus vencedores tomando posse. Eu estou seguro que as eleições vão transcorrer normalmente e não vai haver questionamentos", finalizou ele. 

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