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Tonico Pereira revela que já se envolveu com tráfico: ''Trabalhei como aviãozinho''

Tonico Pereira conta que já trabalhou com tráfico e detalha experiência

Da Redação Publicado em 05/02/2020, às 18h45 - Atualizado às 18h45

Tonico Pereira revela que já trabalhou com tráfico - Globo / Estevam Avellar
Tonico Pereira revela que já trabalhou com tráfico - Globo / Estevam Avellar

Tonico Pereira fez uma revelação bombástica durante uma entrevista dada à colunista do ‘O Globo’, Patrícia Kogut, nesta quarta-feira (5).

O ator contou que já trabalhou em função do tráfico de drogas. “Sempre tive negócios. É uma coisa que vem comigo desde cedo. A atuação era para ser só um complemento. Acontece que nunca consegui ganhar dinheiro com nenhum deles. Pelo contrário, fali ou fui roubado em todos. Acabei arcando com os prejuízos com o salário de ator”, afirmou.

“O único salário da minha vida em que ganhei dinheiro foi quando trabalhei como aviãozinho”, confessou, fazendo menção ao nome que se refere às pessoas que levam drogas ao comprador e entregam o dinheiro para o traficante.

Temeroso em relação ao desemprego, que afeta muitos brasileiros, o veterano gosta de se prevenir, investindo em vários tipos de negócios. Entre eles: um brechó, um centro de fisioterapia sem fins lucrativos, a compra de um táxi e ainda está montando uma loja de jóias com um amigo.

Sabendo disso, sua esposa, segundo seu relato, tem algumas inseguranças em torno do destino das finanças do ator.

“Estou o tempo todo buscando alternativas, mesmo que elas não deem certo. A minha mulher fica apreensiva com essas minhas iniciativas, mas ela me conhece, sabe que preciso disso. Felizmente, mesmo tendo feito coisas erradas, não estou devendo dinheiro”, expôs.

MEDO DA MORTE

Recentemente, Tonico interpretou Chico na novela ‘A Dona do Pedaço’, da TV Globo, e presenciou um susto durante as gravações.

O famoso teve de interromper a rotina de trabalho, pois teve cinco pneumonias e um caso de trombose, e recebeu alguns conselhos do médico.

“Bem de saúde eu não vou ficar nunca mais, mas estou estável e pronto para trabalhar. O meu médico me proibiu de fumar, mas eu não consegui. Tenho tentado diminuir. Infelizmente é um vício maldito que me acompanha desde sempre. Fumo desde os 8 anos de idade. Na época, a minha mãe me dava cigarros para que eu lavasse a louça. Era outra época”, relembrou.

Apesar do perigo, o profissional alega que não teme a morte, mas se importa com o futuro de seus filhos, Antônio Nicolau, Nina Sofia, Thaia e Daniela.