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Tragédia aérea que matou Mamonas Assassinas completa 23 anos

Ao todo, nove pessoas que estavam a bordo na aeronave morreram

Da Redação Publicado em 02/03/2019, às 18h58 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h46

Júlio Rasec, Samuel Reis de Oliveira, Dinho, Sérgio Reoli e Bento Hinoto. - Reprodução/ Instagram
Júlio Rasec, Samuel Reis de Oliveira, Dinho, Sérgio Reoli e Bento Hinoto. - Reprodução/ Instagram

Há 23 anos, o Brasil chorava pela perda de cinco jovens músicos. No dia 2 de março de 1996, a aeronave que transportava o grupo Mamonas Assassinas colidiu com a Serra da Cantareira, no norte de São Paulo. Os rapazes voltavam de um show em Brasília.

O acidente aconteceu às 23h56 de um sábado, e matou todos os nove ocupantes: dois tripulantes, um segurança, um assistente de palco e os cinco integrantes da banda. O avião, um Lear Jet, passou por entre as árvores e colidiu na mata por conta de uma forte neblina na região.

Até hoje, o grupo é lembrado por sua ousadia e extravagância incomuns nos palcos brasileiros. Com músicas ácidas e satíricas que acabaram ficando na ponta da língua popular, Mamonas foi um sinônimo do sucesso.

O fenômeno começou em junho de 1995, quando foi lançado o primeiro álbum da banda. Apenas nas primeiras 12 horas de estreia, 25 mil discos foram vendidos, totalizando mais tarde cerca de 3 milhões de cópias  em todo o Brasil.

O pop rock misturado com ritmos populares como o sertanejo, brega, heavy metal, pagode, forró, e até música mexicana ficaram por muito tempo no topo das mais tocadas nas rádios brasileiras. 

Liderada pelo vocalista Dinho, a banda virou um ícone para jovens e crianças. ‘Brasília amarela’, ‘Mundo animal’, ‘Robocop gay’, ‘Vira Vira’ e ‘Chopis Centis’ ficaram na memória dos fãs para sempre.