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Condenada por gordofobia, Magazine Luiza está recorrendo

Magazine Luiza está sendo acusada por ex-funcionária da unidade de Pedro Leopoldo

Da Redação Publicado em 09/08/2022, às 14h30

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Motivo da ação contra a empresa foi gordofobia, e sentença será aplicada por danos morais - Foto: Monika Kozub / Unsplash
Motivo da ação contra a empresa foi gordofobia, e sentença será aplicada por danos morais - Foto: Monika Kozub / Unsplash

O Magazine Luiza está sendo condenada a pagar R$ 5 mil para uma ex-funcionária da unidade de Pedro Leopoldo, na região metropolitana de Belo Horizonte. O valor da indenização por danos morais e gordofobia foi decidido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, e a empresa disse que irá recorrer da decisão.

As motivações do processo foram as alegações da funcionária contra sua antiga gerente, que por inúmeras vezes a constrangeu fazendo comentários sobre seu corpo e seu peso. Segundo apuração do Universa UOL, testemunhas afirmam que a gerente já perguntou para a vítima se ela estava grávida e até se conseguiria passar por determinados locais da loja, 

Além da gerente, a autora da ação também afirma que outros colegas também a tratavam com desdém e deboche descarados, a colocando em situações emocionalmente torturantes. Entretanto, a Magazine Luiza diz não ter recebido reclamações, e por esse motivo está recorrendo. 

Em nota oficial, a empresa se posiciona como “referência nacional no tema de diversidade e inclusão”, e lembra que “a companhia promove ações e treinamentos que fomentam um ambiente diverso e inclusivo e atua na prevenção de práticas que não corroborem esse objetivo”. 

LEIA NA ÍNTEGRA

"O Magalu é referência nacional no tema de diversidade e inclusão. Isso porque a companhia, de forma estruturada e constante, promove ações e treinamentos que fomentam um ambiente diverso e inclusivo e atua na prevenção de práticas que não corroborem esse objetivo. Trabalhamos para conscientizar e educar o quadro de funcionários da companhia em todos os seus níveis. Isso se dá por meio de campanhas perenes de comunicação interna, treinamentos constantes para os mais de 35 000 colaboradores e inúmeras palestras com profissionais que são referência no tema no mercado. Trata-se de uma "alfabetização" , crucial não só para combater qualquer forma de discriminação, mas também para formar multiplicadores que atuarão no avanço da promoção dos Direitos Humanos no Brasil. Associado a isso, investimos também numa série de ações de recrutamento, muitas delas de cunho afirmativo, que tem como propósito fortalecer a representatividade e a influência de grupos minorizados dentro da companhia. Aqui, vale citar as duas edições do programa de trainee exclusivo para negros, e o Luiza Code, de formação de mulheres para o mercado de tecnologia.”.

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