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Famosos / Memórias

Ex-namorada de Ayrton Senna diz ter aprendido a beijar com ele, aos 15 anos

’Aprendi a beijar com ele’’, contou Adriane Yamin, ex-namorada de Ayrton Senna

Da Redação Publicado em 26/12/2021, às 09h30

Adriane Yamin e Ayrton Senna namoraram há 38 anos, em 1984. - Instagram/@adrianeyaminoficial
Adriane Yamin e Ayrton Senna namoraram há 38 anos, em 1984. - Instagram/@adrianeyaminoficial

Ayrton Senna teve duas ex-namoradas bastante famosas hoje: Xuxa e Adriane Galisteu. Mas antes da fama mundial, o piloto de Fórmula 1 viveu uma história de amor com a paulista Adriane Yamin.  Ela chegou a lançar um livro sobre o namoro dos dois em 2019, e relembrou suas memórias durante uma entrevista ao podcast À Deriva. 

"Como um rapaz de 24 anos se encanta por uma menina de 15? Eu era uma criança, e aprendi a beijar com ele. O primeiro beijo já funcionou muito bem. Era muito legal nosso relacionamento. Ele era muito brincalhão, e a gente se divertia muito junto. Ele era amoroso e uma pessoa que sempre passou confiança", conta Adriane.

O título de seu livro, 'Minha Garota', era como o Ayrton chamava carinhosamente a então namorada. "Até hoje procuro a entrevista que ele deu para a TV em Portugal depois de vencer pela primeira vez na Fórmula 1. Ele dedicou a vitória para mim, dizendo 'à minha garota'. Já estávamos há cinco meses juntos", contou.

FAMÍLIA FICAVA EM CIMA

Adriane Yamin e Ayrton Senna começaram a namorar em 1984, pouco antes dele assinar com a Lotus. A partir daí, o convívio entre eles foi ficando mais raro por conta das viagens. "Quando começou o campeonato, ele passava dois meses fora e eu achava que ele não ia mais voltar para mim. Quando sabia que ele ia voltar, ficava com febre tamanha era minha ansiedade e expectativa. Pensava: 'será que ele vai querer me ver?'", lembrou Adriane.

O namoro durou quatro anos, mas ela contou que a diferença de idade do casal era um problema para a sua família. "A gente não podia andar de carro junto e tinha que ir a pé para o cinema no começo do namoro. Não podia ter nenhuma atitude de intimidade na frente dos meus pais, mas a gente dava as mãos e fazia carinho um no outro embaixo da mesa", relembra.

VEJA A ENTREVISTA DE ADRIANE YAMIN