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Simone e Simaria: "Sempre buscamos um motivo para sorrir"

As musas Simone e Simaria mostram que, por trás das suas letras de sofrência, há uma generosa dose de leveza e bom humor

Ana Bardella Publicado em 28/10/2016, às 14h00 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h45

Simone e Simaria: "Sempre buscamos um motivo para sorrir" - Divulgação
Simone e Simaria: "Sempre buscamos um motivo para sorrir" - Divulgação
A história de superação já é conhecida do público: nascidas no interior da Bahia (Uibaí), as irmãs Simone e Simaria chegaram a morar em barracas de lona e hoje lotam casas de shows nos Estados Unidos, na Suíça, na Inglaterra e vários outros países... Sim, as ex-backing vocals do cantor Frank Aguiar conseguiram brilhar por conta própria e são um dos principais fenômenos do atual cenário musical brasileiro. O mais impressionante? Fizeram isso sem perder a simplicidade e, sobretudo, o humor.


De onde vem a paixão de vocês por cantar?

Simone: É dom de família. Muitos dos nossos parentes cantam e crescemos vendo isso.
Simaria: Nossos pais nos incentivaram muito. Eles nos levavam aos festivais e concursos quando ainda éramos crianças! 



E a inspiração para letras românticas, de onde vem?

Simaria: Sempre gostamos de falar de amor e temos público bem feminino! A maioria das composições é minha e tiro as ideias do dia a dia: separação, chifre e sofrência [risos]. Mas também levantamos o astral das mulheres. Elas sofrem, passa e fica tudo lindo. A traição, por exemplo, é boa: te faz perceber que a pessoa do seu lado não vale R$ 1. Mas não deixemos de acreditar, porque tem muita
gente boa no mundo.



Os fãs de vocês são muito apaixonados! O assédio atrapalha?

Simone: Bota apaixonados nisso! Sobem no palco, jogam presentes, calcinhas, cuecas... Fora a choradeira quando nos encontram. Isso não atrapalha em nada, só reforça o quanto somos importantes e fazemos parte da vida de cada um.

Simaria: Eles nos motivam. Atendemos no camarim com todo o carinho, olhamos nos olhos enquanto cantamos, mesmo que de longe. Isso tem feito as pessoas enlouquecerem com a gente! Às vezes, até nos surpreendemos, como no dia em que uma mulher chegou com uma mala dizendo que iria morar conosco. As pessoas fazem coisas loucas por amor...



A maioria das duplas sertanejas de sucesso é masculina. A participação das mulheres nesse cenário é uma tendência?

Simaria: No início, o fato de sermos mulheres dificultou cantar sertanejo, forró e outros ritmos regionais. Mas hoje já não encontramos essa barreira! O cenário se abriu. Empresários, colegas de profissão e fãs têm nos recebido com muito carinho.



Cultivam o lado espiritual?

Simone: Sempre que estou de folga, em Fortaleza, vou à igreja recarregar energias e agradecer todas as graças que recebemos.

Simaria: Dou prioridade a isso! Precisamos trabalhar a nossa espiritualidade sempre.



Vocês têm filhos pequenos (Simone é mãe de Henry, 1 ano, e Simaria tem Giovanna, 3 anos, e Pawel, 7 meses). Como conciliam
shows e gravações com a convivência com a família?

Simone: É uma sofrência ficar longe! Para matar a saudade quando estou viajando, vejo os dois pela internet. Se dá tempo, pego um voo correndo. Faço o máximo para estar perto. Quando a logística permite, levamos as crianças com a gente.

Simaria: Toda folga é pra ficar com os meus filhos. A saudade pega na estrada, mas compenso em casa e me dedico cem por cento!



Vocês são bem-humoradas... 
Simone: A gente sempre acha motivo para sorrir. Sempre fomos assim! No Snapchat mostramos muitas das nossas aventuras. Só doideira [risos]!

Simaria: Vivemos brincando no aeroporto: uma fica imitando a outra, dando apelido... No palco também acontecem várias situações e nos divertimos. Isso ajuda a levantar o astral e promove um ambiente muito descontraído com os nossos fãs, que nos seguem e curtem essas coisas.



Elas mostram tudo na internet!
No Snapchat, Simone (que utiliza o nome “simoneses”) e Simaria (que está lá como “simariamendes”) deixam os fãs por dentro do que vivem diariamente. E é cada história, viu? Esses dias, Simone resolveu perguntar aos amigos com quem eles ficariam se tivessem o corpo da Deborah Secco. É de chorar de rir!
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