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Marcos Oliveira, o Beiçola de 'A Grande Família', recebe ajuda financeira para comprar comida

Sem trabalho, o ator contou que recebe apoio de um amigo e de um fã

Da Redação Publicado em 18/05/2021, às 11h41 - Atualizado às 12h09

Marcos Oliveira - Globo
Marcos Oliveira - Globo

Marcos Oliveira, conhecido nacionalmente por interpretar o personagem Beiçola em 'A Grande Família' (TV Globo), revelou precisar de ajuda financeira para sobreviver. Em conversa com o podcast 'Só Um Minutinho', o ator falou que recebe auxílio de um amigo e de um fã. 

"Tenho um grande amigo que está na Europa e, de vez em quando, me ajuda comprando alguma coisa para eu comer. Um fã do interior de São Paulo fez uma vaquinha por lá e depositou um dinheiro para eu pagar minhas contas e ajudar na compra de comida também", disse.

Marcos ainda disse não ter família e que tem dificuldades para conseguir trabalho: "Sou sozinho, não tenho família. Vivo apenas com minhas três cadelas. Não me chamam para nada, para nenhum trabalho. Quero ter oportunidade de fazer outras coisas". 

Aos 64 anos, o artista acredita que as coisas melhorarão quando conseguir se aposentar. "Vou dar entrada nos meus papéis agora no fim do mês, quando completo 65 anos. Quem sabe aí eu possa morar num sítio, construir minha casinha, ter uma horta", falou.

Com problemas de saúde, o ator disse que, apesar de conseguir a aposentadoria, não poderá parar de trabalhar: "Só em farmácia gasto quase R$ 1 mil por mês".

Vale lembrar que Marcos passou por um cateterismo, em setembro de 2020, após sofrer um infarto agudo do miocárdio.

ESTUPRADO PELO IRMÃO

Ainda ao podcast, o ator também contou uma história triste de seu passado. Ele foi estuprado aos 7 anos pelo irmão, que acreditava ser seu primo na época, já que foi criado pelos tios após ser abandonado pela mãe. 

"Só descobri que eu era adotado quando tinha 33 anos. Que meu pais eram, na verdade, meus tios. Uma prima veio me contar. Então, acabei descobrindo que eu tinha sido estuprado aos 7 anos pelo meu irmão, e não pelo meu primo, como eu achava. Ele era muito mais velho que eu. Precisei de acompanhamento depois porque eu cheguei a pirar", disse.