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Gil do Vigor declara torcida para Linn da Quebrada: ''Vai vencer o BBB22''

Após Jogo da Discórdia no 'BBB22', Gil do Vigor demonstra apoio à Linn da Quebrada

Da Redação Publicado em 25/01/2022, às 20h19

Gil do Vigor está torcendo para Linn da Quebrada nesta edição do 'BBB22' - Reprodução/ Instagram
Gil do Vigor está torcendo para Linn da Quebrada nesta edição do 'BBB22' - Reprodução/ Instagram

Gil do Vigor usou as redes sociais, na última segunda-feira (24), para declarar o seu apoio à Linn da Quebrada nesta edição do 'Big Brother Brasil'.

O pernambucano não gostou nada de ver a cantora fora dos pódios no Jogo da Discórdia, que é quando os participantes escolhem colegas de confinamento que eles desejam que esteja na final.

“A Linn vai vencer o BBB22! E eu vou lutar por ela, sim, até o fim e não estou nem aí!”, escreveu o economista em seu perfil no Twitter.

Aproveitando, Gil fez questão de relembrar seu pódio no 'BBB21', composto por Juliette Freire e Sarah Andrade. Na época, o trio até ganhou o apelido de 'G3' e ganhou a simpatia do público.

AVISA QUE É ELA!

Linn da Quebrada foi alvo de diversos episódios de transfobia desde sua chegada ao ‘BBB22’. Desinformados, outros participantes já se referiram a ela utilizando pronomes masculinos e Rodrigo Mussi chegou até a dizer o termo ofensivo ‘traveco’ para se referir a uma travesti - o que gerou revolta entre os fãs e amigos da artista.

Diante disso, a equipe de Linn da Quebrada emitiu uma nota chamando atenção à violência transfóbica, no último sábado (22). "Em nosso país, violências transfóbicas atravessam pessoas trans e travestis, estejam elas dentro de um reality show ou não. Essa violência é recorrente, tanto que o Brasil se manteve pelo 13º ano como o país que mais mata travestis e transexuais, de acordo com o levantamento da Transgender Europe”, começou o comunicado.

“Neste momento, pela primeira vez, grande parte do país está visualizando algumas das muitas violências às quais pessoas trans e travestis são submetidas diariamente. Infelizmente, Linn da Quebrada não é exceção", dizia outro trecho.

Os administradores das redes sociais da cantora destacaram que, desde 2019, ‘a homotransfobia foi equiparada ao crime de racismo’ no Brasil. Mesmo assim, o país ainda é responsável por quase metade das mortes de travestis e transexuais na América do Sul e Central.

Por fim, a nota ressaltou: “A indignação contra esse tipo de violência é fundamental e deve existir para além das redes sociais. No game, Linn segue contando com a torcida e a força de todes nós!”.