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Fábio Porchat declara seu voto nas eleições: “A gente precisa parar um pouco de polarizar”

O humorista Fábio Porchat disse em quem votará e criticou a polarização política

Da Redação Publicado em 15/06/2022, às 15h23

Fábio Porchat participou do 'Papagaio Falante' - Instagram/@fabioporchat
Fábio Porchat participou do 'Papagaio Falante' - Instagram/@fabioporchat

Fábio Porchat falou abertamente sobre em quem votará nas próximas eleições presidenciais e surpreendeu o público. Em entrevista ao podcast ‘Papagaio Falante’, de Sérgio Mallandro e Renato Rabelo, ele declarou que Ciro Gomes tem o seu voto.

"Eu já declarei meu voto [antes]. Vou votar no Ciro Gomes (PDT). Gosto muito do Ciro, acho ele um ótimo candidato, muito preparado. Acho que a gente precisa parar um pouco de polarizar e tal", disse.

No entanto, a escolha é flexível e, caso Ciro continue com baixas porcentagens nas pesquisas de intenção de voto, ele mudará seu voto para o ex-presidente Lula. 

"Agora, se chegar agosto e o Ciro continuar com 7% e o Lula puder ganhar no primeiro turno, para tirar esse animal, esse verme, esse câncer que está no poder, eu vou pintado de estrela vermelha, cantando 'Lula lá', voto apertando 13 trezentas vezes", argumentou.

Porchat deixou claro que votará contra o atual presidente e que o Brasil necessita que ele não seja reeleito: “A verdade é que a gente está lidando com um cara que é abjeto, que não tem humanidade”.

“É uma pessoa que, durante a pandemia, matou 670 mil pessoas no Brasil, imita gente morrendo engasgada. Ele ri disso, fala 'não sou coveiro'. Não está nem aí para as pessoas. Não dá para ter um país comandado por verme. Esse cara precisa ser tirado, de algum jeito, de alguma forma”, finalizou.

Confira o trecho da entrevista:

MAIS DECLARAÇÕES DE VOTO

Tiago Leifertfoi o convidado especial do podcast "Cara a Tapa", no início de maio, e revelou se votaria em Jair Bolsonaro ou em Lula.

Durante o bate papo, o comandante do programa perguntou ao jornalista, que deixou a Globo por conta de problemas de saúde da filha, em qual dos dois candidatos que aparecem em primeiro nas pesquisas eleitorais ele votaria caso alguém apontasse uma arma para sua cabeça.

"Pode atirar. Não votaria em nenhum. Não dá, essa é a posição, não dá", disse.

Na sequência, o jornalista questionou a veracidade das pesquisas eleitorais.

“Eu acho que tem muita gente calada, eu não acho que as pesquisas estejam no caminho certo. Não sei nem se esse é o segundo turno, não sei se eles não desistem antes ou se acontece alguma coisa", começou.

"O Bolsonaro foi muito mal e o Lula não dá. Fez um bom governo em 2002, entendo a figura que ele é, a importância que ele tem, mas não consigo fazer o malabarismo mental de tudo o que aconteceu", concluiu.

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