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Gil do Vigor sobre situação do Brasil: ''A gente tem que mudar na base''

Para o economista, é necessário preparo acadêmico para cuidar do país

Da redação Publicado em 09/01/2022, às 16h57

Gil do Vigor opinou sobre atual situação do Brasil - TV Globo
Gil do Vigor opinou sobre atual situação do Brasil - TV Globo

Gil do Vigor deu sua opinião sobre a atual situação do Brasil, ao participar do 'Altas Horas', no último sábado (8). Para o pernambucano, existem vários fatores que influenciam no cenário político e econômico do país, sobretudo no preço de produtos e alimentos.

"Tem várias coisas que podem acontecer dentro de um país que vai afetar a inflação. Se os investimentos pararem de entrar no Brasil, isso vai gerar inflação", explicou.

Ele disse que até mesmo as declarações de Jair Bolsonaro (PL) tem influência na economia, visto que podem afetar na decisão de investidores que estão de olho no país. “Então se os investimentos param de entrar no Brasil isso vai gerar inflação”, afirmou.

"O Brasil está desandando muito em questões que não deveriam. O nosso cenário atual está muito incerto”, ressaltou. Para Gil, é necessário preparo acadêmico para colocar o país no eixos. 

"O mínimo necessário, pessoas que pensem no pobre, que pensem de fato em melhorar, porque não adianta o Brasil ser o país com o maior PIB, taxa de crescimento, se tem pessoas na miséria e passando fome e morrendo”, acrescentou. 

Na ocasião, o pernambucano aproveitou para fazer uma provocação sobre os cortes na educação. "Por exemplo, o país estava gastando muito, então eles precisam controlar os gastos. Mas vai controlar gastos cortando a educação? Educação é a base de tudo. Se eu corto a educação, como que o país vai conseguir inovar?", questionou. 

Para ele, a economia só vai mudar e o Brasil só voltará a crescer quando o setor político também mudar e as pessoas voltarem a confiar nos representantes brasileiros.

"A gente tem que mudar na base, sabe? Não acabar com os programas sociais. Quando a gente se humanizar de todas as pessoas e acabar com a miséria do Brasil, acabar com a fome, aí independente de PIB de crescimento, o Brasil vai tá melhorando", concluiu.