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Irmão de Marilia Mendonça rebate seguidora que o criticou por estar feliz: ''Proibido''

João Gustavo, irmão mais novo de Marilia Mendonça, foi alvo de críticas nas redes sociais

Da redação Publicado em 26/11/2021, às 09h30 - Atualizado às 09h30

Irmão de Marilia Mendonça rebate internauta que criticou seu luto - Instagram/@gustavodveg
Irmão de Marilia Mendonça rebate internauta que criticou seu luto - Instagram/@gustavodveg

O irmão de Marilia Mendonça,João Gustavo, foi alvo de críticas nas redes sociais. Isso porque uma fã acusou o sertanejo de estar feliz após a morte da cantora. Na madrugada desta sexta-feira (26), o rapaz se manifestou sobre o assunto e rebateu o comentário da internauta. 

Nas redes sociais, ele aproveitou para expor a fã que questionou seu luto. “Pra quem perdeu a irmã há 15 dias, você está até bem que feliz, em (sic)?”, diz a mensagem da seguidora.

Vale lembrar que desde 5 de novembro, dia da tragédia que matou Marilia e outras quatro pessoas em Caratinga (MG), João Gustavo não fez nenhuma aparição pública.

Com isso, o irmão da artista desabafou: “Estou proibido de ser feliz, se a Mayara Andrade falou, está falado. É a fiscal de felicidade", debochou. 

CAUSA
A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou, em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (25), que Marília Mendonça e todos os ocupantes do avião - o piloto, Geraldo Medeiros; o copiloto, Tarciso Viana; o produtor Henrique Ribeiro; e o tio e assessor de Marília, Abicieli Silveira Dias Filho - morreram de politraumatismo contuso. De acordo com o médico-legista Thales Bittencourt de Barcelos, a causa da morte se deu devido ao choque da aeronave com o solo.  

A polícia cogita que as linhas de transmissão de uma torre da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) teriam provocado o acidente. Existe ainda a possibilidade de pane nos motores, que está sendo investigada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). 

O Cenipa, por sua vez, informou que a aeronave não tem caixa-preta e estava autorizada para aviação executiva, dentro dos padrões exigidos para utilização.

O próximo passo será a finalização dos laudos e discussão com os órgãos responsáveis pela aviação sobre as torres que estão fora da proteção do aeródromo. A Polícia aproveitou para ressaltar que manterá todos cientes da investigação, conforme as informações forem adquiridas.