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“Não tenho tempo a perder com Neymar”, diz Zélia Duncan após briga na Justiça

Neymar abriu ação contra Zélia Duncan no final do ano passado

Da Redação Publicado em 28/05/2022, às 20h02

Cantora trouxe o assunto à tona no livro ‘Benditas coisas que eu não sei’ - Instagram/@zeliaduncan e @neymarjr
Cantora trouxe o assunto à tona no livro ‘Benditas coisas que eu não sei’ - Instagram/@zeliaduncan e @neymarjr

Zélia Duncan relembrou a polêmica que se envolveu após criticar Neymar Jr. no final do ano passado. A cantora comentou o assunto em seu livro recém-lançado, ‘Benditas coisas que eu não sei’. “Não tenho tempo a perder com Neymar”, disse a artista sobre a batalha judicial em que o craque a acusava de difamação. 

Para quem não lembra, tudo começou quando Zélia fez a seguinte publicação no Twitter: "Não sou de futebol, mas Neymar me parece até agora uma promessa como atleta e uma decepção como cidadão. Quer respeito? Dê-se a ele e mostre serviços. Ah, e pague seus impostos!", ao final de um jogo da seleção brasileira.

O jogador do Paris Saint-Germain ficou irritado com as afirmações da artista e decidiu abrir uma ação na Justiça contra ela. Entre outras dez exigências, Neymar quis que Zélia prestasse esclarecimentos sobre a acusação dele não pagar seus impostos. Pouco depois, a ação foi extinta pelo atacante e ambos seguiram seus rumos. 

Ao comentar a ação, Duncan debochou: "Se ganhasse essa ação, viraria um processo ou uma queixa-crime. Eu não tenho tempo a perder com Neymar nem ele comigo. O que eu sou para esse cara? Não entendi até hoje o que aconteceu".

Ela explicou seu posicionamento na época em que a polêmica veio à tona. "Foi uma tolice que me chateou", limitou-se a dizer sobre o assunto.

SE POSICIONOU

Zelia Duncan já manifestou inúmeras vezes que é contra o governo de Jair Bolsonaro (PL) e está sempre criticando o atual presidente. Não foi diferente no mês de fevereiro, quando ela usou o Twitter para comparar o atual governo do país com o nazismo.

"Matam mais de 600.000, mas não querem ser chamados de genocidas. Gostariam de matar mais 600.000, mas não querem ser chamados de nazistas. É uma gente muito fofa mesmo", escreveu ela, em referência às vítimas da covid-19.

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