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Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, sofre acidente de moto no Rio

O general do Exército está em observação e apresenta quadro estável

Da redação Publicado em 25/12/2021, às 11h24

Eduardo Pazuello, de 58 anos, se acidentou na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ) - Valter Campanato/Agência Brasil
Eduardo Pazuello, de 58 anos, se acidentou na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ) - Valter Campanato/Agência Brasil

Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, sofreu um acidente de moto na noite da última sexta-feira (24), na Zona Norte do Rio de Janeiro (RJ). Encaminhado para o Hospital Central do Exército, ele está em observação e apresenta quadro estável.   

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o caso aconteceu na Avenida Paulo de Frontin, próximo à Praça da Bandeira, aproximadamente às 23h30.  

O comunicado oficial do Exército afirmou que o general sofreu uma fratura na clavícula direita e em arco costal. Até o momento, ele está hospitalizado para observação e segue em quadro estável. "Não correndo risco de morte", informa a nota. 

Uma fonte próxima a Pazuello disse ao portal UOL que o ex-ministro da Saúde está na UTI, mas passa bem e deve receber alta da Unidade de Terapia Intensiva ainda neste sábado (25). Entretanto, ele continuará em observação no hospital.

Pazuello assumiu o cargo oficial de ministro da Saúde em setembro de 2020. Em março deste ano, no auge da pandemia de covid-19 no Brasil, ele deixou a pasta alegando problemas de saúde. Durante sua gestão, o militar foi duramente criticado por especialistas pela forma como conduziu a crise sanitária no país, sobretudo quando faltou oxigênio para pacientes de Manaus (AM), além do atraso na compra de vacinas. Depois de deixar o comando do ministério, o general foi substituído por Marcelo Queiroga.

Um mês depois, Pazuello foi realocado porJair Bolsonaro (PL) para um cargo na Secretaria Geral do Exército. Em outubro, ele foi nomeado para o cargo de assessor especial na Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. 

Vale lembrar que a CPI da Covid sugeriu que o ex-ministro da Saúde fosse indiciado por cinco crimes diante da má gestão da pandemia.