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Emprego na crise

Seu filho ou neto está em dúvida sobre que curso seguir? Confira as seis profissões que estarão em alta em 2017 e nos próximos anos, e ajude-o a fazer a escolha certa

Júlia Arbex Publicado em 10/02/2017, às 14h28 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h45

Emprego na crise - iStock
Emprego na crise - iStock
Big Data

Para que serve: cada vez mais as empresas vão precisar de profissionais que fazem uma análise estratégica de dados e informações
sobre assuntos como potenciais consumidores e reações de mercados. “O objetivo é melhorar o posicionamento empresarial das
instituições”, explica Carla Carvalho, assessora de carreira da Catho, site de currículos e vagas.

Formação acadêmica: para atuar nessa área, as empresas buscam profissionais com conhecimentos em matemática, estatística,
processamento de linguagem, hardware, software e negócios.

Salário médio: R$ 3.840



Gestão de Marketing para E-Commerce

Para que serve: se você nunca comprou algo pela internet, com certeza conhece alguém que já o fez. “A comercialização de
produtos pela internet é uma tendência e, por isso, traz muitas oportunidades de mercado”, diz Carla. A função básica são estratégias
de marketing e planejamento, e campanhas para promoção de produtos e serviços.

Formação acadêmica: por ser uma área multidisciplinar, o segmento de e-commerce aproveita profissionais com formação em TI,
marketing, comercial e comunicação visual.

Salário médio: R$ 8.197



Medicina Geriátrica

Para que serve: a população do Brasil está envelhecendo. “Como a expectativa de vida do brasileiro está aumentando, o mercado vai gerar mais oportunidades para profissionais da área da saúde, mais especificamente em geriatria”, explica Carla.

Formação acadêmica: “O profissional pode ser formado em gerontologia, fisioterapia, enfermagem, além de medicina, com
especialização em geriatria”, diz ela.

Salário médio: R$ 8.500


Estas áreas vão dar o que falar no futuro próximo!

Gestão de Resíduos

Para que serve: com o aumento da população e, consequentemente, da produção e liberação de lixo, será muito necessário haver profissionais preparados pra lidar com o controle de resíduos sólidos, tratamento de água e esgoto, destinação do lixo, reciclagem
e limpeza urbana.

Formação acadêmica: embora não pareça, essa é uma área bastante complexa e aqueles que optarem por esse ramo devem ficar atentos às políticas nacionais de resíduos sólidos definidas pelo Ministério do Meio Ambiente brasileiro. A formação deve estar
diretamente voltada a cursos, graduações, pós-graduações ou MBA focados na área de resíduos sólidos.

Salário médio: ainda não calculado



Biotecnologia

Para que serve: são técnicas que permitem ao profissional cultivar microrganismos para criar, aperfeiçoar e gerenciar novos
produtos nas áreas de saúde, química, ambiental e alimentícia. Além disso, está voltada para o controle de pragas em plantações,
avaliação de efeitos e utilidades de fungos e bactérias, e manipulação genética.

Formação acadêmica: “Biotecnologia. Dá para se especializar em microbiologia e genética”, finaliza Carla.

Salário médio: ainda não calculado



Área de Engenharia com foco em Agronegócios

Para que serve: hoje, o setor de agronegócio não é voltado somente para ajudar a aumentar a produção de alimentos, mas também para garantir a preservação dos recursos naturais. “Por isso, os profissionais dessa área atuam na gestão e análise de operações
para o preparo e cultivo do solo, controle de pragas, estudo de melhores procedimentos de adubação e irrigação, planejamento de
alimentação e reprodução de animais e no manejo dos produtos depois do abate”, esclarece ela.

Formação acadêmica: os profissionais devem ser formados em agronegócio, gestão ambiental, zootecnia, agronomia e engenharia de alimentos.

Salário médio: R$ 4.187