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Governo Federal exonera diretor-executivo e diretor de inteligência da Polícia Rodoviária Federal

Demissões ocorrem após dois casos envolvendo violência por parte da Polícia Rodoviária Federal (PRF)

Da Redação Publicado em 31/05/2022, às 12h18

As demissões na Polícia Rodoviária Federal ocorrem após as mortes de Genivaldo de Jesus Santos e dos moradores da Penha - Unsplash/Scott Graham
As demissões na Polícia Rodoviária Federal ocorrem após as mortes de Genivaldo de Jesus Santos e dos moradores da Penha - Unsplash/Scott Graham

O Governo Federal exonerou o diretor-executivo e o chefe de inteligência da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta terça-feira (31). As demissões ocorrem em meio à uma crise no órgão.

Jean Coelho e Allan da Mota Rebello ocupavam os cargos no órgão. As exonerações foram informadas por meio do Diário Oficial da União. Quem as assinou foi o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira. Não foram apresentadas justificativas para as demissões.

Isso ocorre em meio a um cenário de crise na PRF. Em Sergipe, um homem foi colocado em uma viatura de agentes da PRF enquanto saía fumaça de dentro do carro. A vítima, Genivaldo de Jesus Santos, morreu por asfixia. Nas redes sociais, o vídeo viralizou e pessoas pedem justiça pelo sergipano.

Outro caso que ganhou atenção nos últimos dias foi a participação de agentes do órgão na operação na Vila Cruzeiro, na Penha. Em conjunto com a Polícia Federal, a PRF abriu fogo no local e, até o momento, 23 mortes foram confirmadas.

DECLARAÇÕES SOBRE O CASO

O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta segunda-feira (30), lamentar o que houve em Sergipe, mas que não se pode generalizar tudo o que ocorre no Brasil. O presidente defendeu a PRF afirmando que o órgão faz um trabalho "excepcional".

Antes de comentar sobre o ocorrido, inclusive, Bolsonaro falou sobre outro caso que ocorreu no Nordeste, quando dois agentes da PRF foram assassinados no Ceará. Ele primeiro lamentou as mortes dos policiais, para depois falar sobre o caso do civil, Genivaldo.

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