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Uma rapidinha é tudo de bom

A paixão não vive só de encontros programados. Deixar o instinto falar mais alto e entregar-se, vez ou outra, ao prazer sem premeditação pode ser inesquecível...

Redação Publicado em 06/04/2016, às 14h00 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h44

Uma rapidinha é tudo de bom - Shutterstock
Uma rapidinha é tudo de bom - Shutterstock
Sexo inesperado é bom! A fisioterapeuta e educadora sexual Débora Pádua (SP) lista cinco vantagens: sair da rotina, realizar fetiches, estimular o relacionamento, aproximar os casais com pouco tempo livre e diminuir o estresse. 
“A maioria das mulheres se sente mais feliz ao realizar coisas programadas, por isso nem sempre é fácil curtir uma rapidinha”, diz Vanessa de Oliveira, escritora, sexóloga e consultora de programas de TV (SC). “Para aproveitar o momento, é preciso ver o sexo de forma instintiva, permitindo que um lado mais animal aflore”, defende a especialista. 
A dica é deixar acontecer... “Nos dias de hoje, os casados não têm tempo para uma relação sexual tão longa”, lembra Paloma Lacaille, psicóloga especializada em sexologia (RJ). “Toda forma de afeto agradável é válida. Esse tipo de encontro quebra a rotina e aumenta a emoção. Uma rapidinha num lugar inusitado ou momento favorável pode ser de intenso prazer”, conclui a sexóloga. Que tal experimentar? Eis as dicas:


Beijo para aquecer
Uma vez que não há tempo para as preliminares é com o beijo que tudo vai iniciar e evoluir! “Beijar de forma acalorada ajuda a criar um clima de excitação e intimidade importante para o casal. Como a maioria das rapidinhas acontecem sem planejamento, o beijo acaba sendo o gatilho para acender o desejo”, afirma Paloma. Encontrar um lugar discreto para trocar o carinho de forma bem caliente é um bom começo para o encontro esquentar mais.


No ponto certo
Entender o próprio corpo é um grande passo para encontrar maior satisfação sexual. “Se a mulher tem o hábito de se olhar e tocar, ficará mais fácil conduzir o parceiro para que ele consiga acariciá-la de uma maneira gostosa, despertando o desejo rapidamente. Vale lembrar que, ao contrário do que a nossa cultura afirma, os homens não sabem tudo sobre o sexo e o corpo feminino. Por isso, buscar a satisfação sexual é responsabilidade também  da mulher”, avisa Paloma.


Olhe ao redor
Tudo bem que o foco é deixar rolar, mas não se esqueça da segurança. A escolha do lugar para a rapidinha deve ser cuidadosa. Proteção e respeito ao próximo também precisam ser levados em consideração. Nunca é demais destacar que é necessário cautela até mesmo nas horas mais quentes. Transar em lugares públicos pode ser considerado atentado ao pudor, além de poder levar a situações constrangedoras ou perigosas.  Por que não pensar num espaço inusitado dentro de casa? Área de serviço ou cozinha são opções...


Preserve-se, sempre
Se você não sabe a quantas anda a sua saúde nem a do parceiro e também não mantém nenhuma forma contraceptiva (como pílula anticoncepcional e DIU), use camisinha! O preservativo não pode ser um inconveniente nem quando o desejo toma conta do casal de forma rápida e inesperada. Ter uma camisinha e segurar o clima de descontração na hora de colocá-la torna tudo mais leve e natural. Procurem encarar como prolongar a excitação.


Adrenalina pura
Em geral, nos filmes, a rapidinha sempre está envolta num clima de sexo meio incontrolável. Mas e na vida real também tem que ser assim? Não! O importante é que cada casal consiga encontrar o seu ritmo. É mais válido estar atento ao próprio corpo e ao do parceiro e descobrir como dar e receber prazer do que tentar recriar cenas de cinema. Tudo é válido durante o sexo, desde que as duas partes estejam de acordo e consigam vivenciar a relação de forma confortável e gostosa.


Além do tradicional
Para muitos casais a estimulação oral pode ser tão ou mais prazerosa do que o sexo convencional. “Transar sem chegar à penetração e ter orgasmos por meio do sexo oral pode provocar a descoberta de muitas sensações novas e positivas para ambos.  Vale tentar!”, sugere a sexóloga.