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Televisão aberta versus internet: quem vence essa queda de braço?

Emissoras de televisão aberta estão se virando para tentar manter seus espectadores

*Jairo Rodrigues, colunista de AnaMaria Publicado em 27/01/2021, às 15h06 - Atualizado às 15h06

Espectadores agora tem a possibilidade de escolherem o que assistir. - Victoria Borodinova/Pixabay
Espectadores agora tem a possibilidade de escolherem o que assistir. - Victoria Borodinova/Pixabay

A televisão, sem a menor sombra de dúvida, foi um dos meios de comunicação que mais revolucionou o mundo. Essa realidade, porém, está bem diferente hoje. Com o passar dos anos, novas formas de comunicação surgiram e estão tomando cada vez mais espaço. Mas será que ameaçam o futuro da TV? Depende de como essas empresas estão lidando com isso.

O SBT, por exemplo, intitulada por Silvio Santos como ‘A TV da Família Brasileira’, estagnou no tempo. Além de não apresentar novidades, o ‘tira e põe’ programa do ar é algo que tira a credibilidade da emissora perante os anunciantes, incomodados com a instabilidade da programação.

Já a Rede TV!, ‘a caçula das emissoras’, apesar da baixa audiência, tem percebido esse avanço e vem investindo cada vez mais em tecnologia e serviços digitais. Isso inclui uma parceria com a Peanuts, que investiu R$ 35 milhões em estúdios, equipamentos e desenvolvimento de software para produzir e comercializar conteúdos digitais.

Se as emissoras de televisão não trouxerem novidades, tanto para os telespectadores quanto para anunciantes, a tendência de queda livre é cada vez maior.

Nos tempos atuais, a concorrência não se limita apenas a audiência de conteúdo, pois os espaços de publicitários também disputam a preferência, e não somente das marcas e produtos, como também de quem consome.

DISTRAÇÕES
Vamos pensar no horário nobre da TV, por exemplo, que é quando a maioria dos telespectadores chegou em casa depois do trabalho e está com o televisor ligado. Antigamente, isso era sinônimo de um faturamento espetacular, assim como uma audiência incrível.

Hoje, contudo, são oferecidas muitas outras alternativas, como as redes sociais e os serviços de streaming, como Netflix, Amazon Prime e Disney+, muitas delas dando mais audiência do que as produções disponíveis no horário nobre da TV. E ainda temos o Youtube, com seus milhões de vídeos disponíveis.

Em 2019 um relatório da Agência Zenith apontou que as pessoas passarão em média 170,6 minutos na web contra 170,3 minutos em frente à televisão, o que já está claramente se tornando uma realidade. Como a TV aberta pode vencer isso? Oferecer uma programação de qualidade é um primeiro passo.

Mas e você, qual a sua preferida? TV ou internet? Conta pra gente!!

*JAIRO RODRIGUES é jornalista e crítico de TV. Participou dos programas 'A Tarde É Show', na Rede Brasil de Televisão, 'Olga' na RedeTv! e 'Saúde & Você' na Record News. Na Revista Ana Maria fala sobre bastidores da TV e famosos. Instagram: @jairorodriguesoficial

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