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Médico chamado por família de Gugu conta detalhes sobre o falecimento do apresentador

Guilherme Lepski fala sobre falecimento de Gugu Liberato e estado da mãe do apresentador

Da Redação Publicado em 26/11/2019, às 15h43 - Atualizado às 15h43

Gugu Liberato faleceu na última sexta-feira (22) - Divulgação/ Record TV
Gugu Liberato faleceu na última sexta-feira (22) - Divulgação/ Record TV

Guilherme Lepski, médico chamado para analisar o estado de saúde de Gugu após ter sofrido um acidente doméstico, foi convidado a participar do ‘Aqui na Band’, exibida na manhã desta terça-feira (26). 

Durante o bate-papo com os âncoras da programação, o médico contou alguns detalhes a respeito do estado da mãe do apresentador, Maria do Céu, de 90 anos, ao receber a notícia do falecimento do filho. 

"Eles já tinham sido expostos ao diagnóstico, mas a família tinha esperanças de que algo pudesse ser feito. Ela estava sentada numa cadeira de rodas porque estava cansada, mas permanecia lúcida, serena. Eu disse que ela ia ser o pilar da família", falou.

Além disso, o especialista contou que logo após o acidente, a esposa de Gugu, Rose Miriam, que é otorrinolaringologista, prestou os primeiros socorros. 

"Ela fez todo o procedimento correto, abrindo as vias áreas para permitir a ventilação. O socorro chegou em menos de dez minutos. Tudo foi feito adequadamente", declarou. 

Lepski contou ainda que o estado de saúde de Gugu só se agravou assim que ele deu entrada no hospital e a morte encefálica já havia sido confirmada na quinta-feira (21). 

"Eu não fui na casa, mas o motorista da família disse que embaixo do buraco por onde o Gugu passou havia uma pilastra com sangue e cabelo. Ele bateu com a cabeça ali e caiu sem as defesas naturais, que poderiam ter amortecido a queda", explicou. 

Ao chegar em Orlando, nos Estados Unidos, o médico explicou que devido ao fato de não ser formado em medicina no país, teve que realizar os exames de Gugu de maneira diferenciada, sem poder tocar no paciente e averiguando os resultados obtidos pela equipe médica local. 

"Eu tinha que comprovar a morte encefálica. O exame clínico era compatível. Nos exames de imagem, havia uma hemorragia muito importante que não dava para drenar", contou.

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